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Professora graduada no Curso Normal Superior pela Universidade de Uberaba-MG,pós-graduada em Coordenação Pedagógica-UFOP-MG, atuando na área de Ensino Fundamental e Médio.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

DICAS DE FILME

Toy Story 3
Dicas e sugestões de atividades pedagógicas para o uso do filme em sala de aula.
Por Danielle Lourenço
12/02/2011

Toy Story 3

Ficha técnica do filme

Diretor: Lee Unkrich
Elenco: Vozes de Tom Hanks, Michael Keaton, Joan Cusack, Tim Allen, John Ratzenberger, Wallace Shaw, Josi Benson, Ned Beatty, Don Rickles, Estelle Harris, Whoopi Goldberg, Richard Kind, Ned Beatty, John Morris
Produção: Darla K. Anderson
Roteiro: Michael Arndt 
Trilha sonora: Randy Newman
Duração: 113min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Buena Vista
Estúdio: Walt Disney Pictures/Pixar Animation Studios 
Classificação: Livre
Lançamento no cinema – 18/06/2010
Lançamento em DVD – previsto para o primeiro semestre de 2011

Sinopse

O recente lançamento da Disney-Pixar traz a terceira etapa da história Toy Story.
Depois de escaparem de um menino mau, que não sabia respeitar os brinquedos (Toy Story 1) e de virarem peças de um museu no Japão (Toy Story 2), Woody, Buzz e toda a turminha se preparam para viver grandes aventuras e desafios. Andy cresceu e agora com 17 anos está a caminho da universidade. Os brinquedos se apavoram por não saberem qual será o seu destino...
A trama começa quando eles, equivocadamente, são deixados pela mãe do Andy como doação na creche Sunnyside. Apesar da dor da separação, aquele lugar parecia ser o paraíso, afinal eles não pertenceriam a apenas uma criança, mas a muitas!
Mas como as aparências enganam! Durante o dia são “massacrados” pelas crianças pequenas e, assim, decidem ir embora! Mas será que é possível, para simples brinquedos, retomarem o caminho de suas casas?
No desenrolar da trama, aparecem 15 novos brinquedos e muitos desafios e também uma lição inesquecível sobre infância, amizade e lealdade. O final é surpreendente e nos faz refletir sobre a vida com suas idas e vindas e sobre como são complicadas e doloridas as despedidas!

Crítica do filme

“Toy Story 3 é o máximo! Incrível mesmo, pois trabalha a temática da amizade, da solidariedade e principalmente da real essência da infância de modo suave e extremamente divertido! Ri muito, mas confesso que, em alguns momentos, senti as lágrimas teimando em ‘descer ladeira dos olhos’ abaixo...”
Danielle Lourenço – Pedagoga

Sugestões pedagógicas

1) Valores da amizade, cooperação, espírito de equipe, solidariedade e infância.

O filme aborda, de modo envolvente, as questões que envolvem a amizade, a cooperação, o espírito de equipe, a solidariedade e a infância. Você pode ampliar a discussão do filme para a realidade dos seus alunos, resgatando estes valores, que há muito parecem estar meio sem brilho. 

2) Heterogeneidade.

Um ponto interessante que aparece no filme é que, apesar de formatos, cores, funções e até valores diferentes, cada brinquedo tem uma participação especial para o sucesso da equipe. Transponha esta situação para sala de aula, mostrando que é a heterogeneidade e não a homogeneidade que faz um grupo ser forte e vencedor!

3) Campanha de doação.

O site do filme apresenta uma campanha “A brincadeira não pode parar”, na qual dezenas de locais no Brasil serão pontos de arrecadação de brinquedos usados que serão distribuídos a centenas de entidades cadastradas.
Amplie esta iniciativa com seu grupo de trabalho, uma vez que o filme propõe uma reflexão sobre a importância da brincadeira e do brincar, sobre os cuidados com os brinquedos e sobre a necessidade da continuidade do uso deles. Desperte em seus alunos este desejo de doar, de compartilhar!

4) Temática do lixo.

Ainda dentro desta reflexão, aborde o tema: LIXO! O que é lixo afinal? Quantas vezes jogamos coisas boas, como brinquedos, porque não sabemos a quem doar? Mencione também as questões da coletas seletivas e dos desafios da sustentabilidade.

5) O consumo.

É possível também abordar as questões de consumo. Tudo o que vemos na TV nós pedimos para nossos pais, mas, afinal, será que precisamos de tudo isso mesmo? Quantas vezes brincamos com os brinquedos que ganhamos?

6) A aparência.

A questão da aparência também pode ser uma temática para discussão. Quem vê cara não vê coração! Há dois exemplos para análise:
  • O ursinho de pelúcia Lotso, fofo e cheirando a morangos silvestres é o grande vilão da história.
  • A Barbie representa o estereótipo da mulher fútil: frágil, loira e burrinha, porém, no desenrolar da história, ela mostra sua força, estratégia e inteligência.

7) Trabalho com os pais.

Para trabalhar com os pais, podemos colocar um trecho do filme 1, no qual o menino mau “curte” a sua infância, explodindo brinquedos, enquanto no filme 3, Andy sente a despedida dos brinquedos como o término de uma infância extremamente feliz. Que personagem é o nosso filho.

Links complementares

Site oficial filme, com destaque à campanha “A brincadeira tem que continuar”:
  • http://www.disney.com.br/filmes/cinema/toystory/
  • http://www.disney.com.br/filmes/cinema/toystory/#/parks
  • Bee Movie
    Dicas e sugestões de atividades pedagógicas para o uso do filme em sala de aula.
    Por Danielle Lourenço
    18/05/2011

    Bee Movie

    Ficha técnica do filme

    Título no Brasil:  Bee movie – a história de uma abelha
    Título original:  Bee movie
    País de origem:  EUA
    Gênero:  Animação
    Classificação etária: Livre
    Tempo de Duração: 91 minutos
    Ano de lançamento:  2007
    Site oficial:  http://www.beemovie.com
    Estúdio/Distrib.:  Paramount Pictures Brasil
    Direção:  Steve Hickner/Simon J. Smith

    Sinopse

    O filme mostra o mundo das abelhas sob a ótica das abelhas, ou seja, diferente do olhar humano.
    Assim, Barry Benson, uma abelha recém-formada, decide processar os humanos pela apropriação indevida do mel.
    O filme mostra, de modo claro, a necessidade do equilíbrio nos ecossistemas e da codependência entre todas as espécies vivas para a sustentabilidade da vida na Terra.

    Crítica do filme

    “ A animação Bee movie é uma forma encantadora de analisarmos a nossa sociedade, o mundo das abelhas e as relações de interdependência entre os sistemas e ecossistemas. Além disso, o jogo de palavras envolvendo a temática do mel é muito bacana! Mel-ravilhoso mesmo!”
    Danielle Lourenço – Pedagoga

    Sugestões pedagógicas

    1) A Vida das Abelhas.

    Para perfeita compreensão do filme, seria interessante que os alunos tenham orientações iniciais sobre a vida das abelhas.
    Alguns sites interessantes:

    2) Sociedade.

    Depois disso, proponha uma análise. O filme retrata situações que refletem a sociedade das abelhas e outras que refletem a sociedade humana. Quais são elas?

    3) Conceito de equipe.

    Bee movie deixa muito claro o conceito de equipe, mencionando a importância das pequenas tarefas para a realização do todo.
    Solicite aos alunos que identifiquem no filme em que momentos este conceito aparece.
    Em seguida, peça que transponham estas situações para o cotidiano escolar e familiar. Onde estou? Qual minha função e importância neste grupo?.

    4) Exploração da natureza.

    O personagem principal, Berry Benson, questiona a exploração ao mel das abelhas. Argumente com seus alunos:
    a) Realmente os humanos exploravam as abelhas?
    b) Que outros reinos da natureza são explorados na natureza?
    c) Até que ponto o homem pode usufruir da natureza?

    5) Ecossistemas.

    Trabalhe o conceito de interdependência entre os ecossistemas, questionando os alunos sobre o que acontece quando as abelhas vencem a batalha judicial e param de trabalhar.

    6) Polinização.

    Peça aos alunos que expliquem por que o processo de polinização é fundamental para os humanos.

    7) Equilíbrio ambiental.

    Ao final do filme, Barry torna-se um advogado “animal” e recebe em seu consultório uma vaca reclamando da usurpação do seu leite.
    Como podemos viver em harmonia com os demais seres vivos? Como conseguir este equilíbrio ambiental?

    8) Palavras.

    O filme brinca muito com as palavras de modo a relacioná-las ao tema abelhas. Mel-ravilhoso! Favo-loso! Mel-lênio! Abelhar! Proponha uma brincadeira. E se o filme fosse sobre cães? Que palavras poderíamos criar?

    9) Atividade com os Pais.

    O filme pode ser muito interessante para trabalharmos com os pais! Alguns aspectos que podem ser abordados: a escolha precoce das profissões na transição do Ensino Médio para a faculdade; pais que não escutam seus filhos; sucessão familiar; a descoberta da vida fora da colmeia – descoberta do mundo exterior e rompimento do cordão umbilical familiar; como acontece o despertar da verdadeira vocação; a escolha das namoradas, que não podem ser vespas nem aranhas.

    10) Jogos em Inglês.

    O site oficial do filme está em inglês, mas há jogos bem interessantes. Que tal uma parceria com a “teacher” da sua escola?

    11) O mundo das abelhas - Extras.

    Nos extras do DVD é possível fazer perguntas pré-formuladas ao Barry Benson. Algumas são apenas reprises de momentos vistos no filme, mas outras são favo-losas para aprender mais sobre o mundo mel-ravilhoso das abelhas!

    Links complementares

    Site oficial do filme:

Pesquisas escolares e Internet
Pesquisas escolares e internet
Um dos grandes desafios do cotidiano escolar atualmente é o uso da internet, pelos alunos, para a realização de tarefas e pesquisas.
Por Danielle Lourenço
14/06/2010
A responsabilidade das falhas nas pesquisas não é nem da internet, muito menos dos alunos.
Um dos grandes desafios do cotidiano escolar atualmente é o uso da internet, pelos alunos, para a realização de tarefas e pesquisas.
Muitos colegas reclamam que seus educandos fazem uma “mera cópia” de sites especializados (e outros nem tanto) e que, desse modo, não há produtividade nem aprendizagem efetiva.
O fato é que o dilema cópia x pesquisa não é novo. Ele coexiste com a escola há muitos anos.
Tenho calos nos dedos anular e indicador da mão direita de tanto “copiar” informações de enciclopédias e livros. O conceito que aprendi nos primeiros anos escolares era: quanto maior a volume de páginas da pesquisa, melhor a nota.
Assim, a questão está na metodologia da pesquisa que, comumente, só é revelada aos alunos no Ensino Médio e Superior. (E, cá entre nós, vira o tal monstro TCC – Trabalho de Conclusão de Curso).
A responsabilidade das falhas nas pesquisas não é nem da internet, muito menos dos alunos. Cabe a nós, educadores, a função de orientar a realização de tarefas e pesquisas escolares, independentemente da faixa etária do aluno. Nós devemos conduzir esse trabalho, principalmente se essa pesquisa for realizada na internet.
E o que é necessário pautar com os alunos?
1) Comentar sobre as questões éticas da pesquisa, falando sobre propriedade intelectual, direitos autorais, obras de domínio público, uso de imagens, etc. E da internet, não utilizar conteúdos e materiais da web sem autorização ou menção da fonte.
2) Descrever minuciosamente o assunto de que está tratando. Por exemplo, não adianta mandar uma pesquisa sobre “História do Brasil”. É muito amplo! É importante definir especificamente o tema a ser tratado: Família Real, Brasil Colônia, abolição da escravatura e suas consequências econômicas, etc. Deve-se especificar sem medo.
3) Fazer uma pré-seleção de, pelo menos cinco sites fidedignos, nos quais os alunos possam encontrar informações pré-validadas pelo professor.
4) Solicitar outras fontes de informação para tornar a atividade mais ampla, como livros, programas de televisão, filmes, etc. É essencial desmistificar a questão de que a internet é a única fonte de pesquisa. Pode ser a mais rápida, mas não a única, nem tampouco a melhor.
5) Trabalhar com o grupo a diferença entre uma pesquisa e uma simples cópia. Certamente não é uma tarefa simples nem rápida, mas fundamental.
6) Orientar os alunos a estarem “focados” na pesquisa, pois, na web, o risco de dispersão sempre é enorme. O “pecado” mora ao lado!
7) Salientar que a internet é fonte de informação e também de confusão. Pode haver erros conceituais, definições defasadas e toda sorte de inverdades. Tudo precisa ser confirmado com outras fontes! (Vale novamente a dica de solicitar sempre uma segunda fonte que possa confirmar ou contrapor as informações oriundas da internet!)
8) Como o Google é a ferramenta de busca mais popular do momento, apresentar aos alunos o Google scholar (http://scholar.google.com.br/), que é especializado no mundo acadêmico.
9) Caso essa tarefa possa ser ampliada para um projeto, pode-se montar um blog ou uma “wiki” com os alunos e tornar a atividade compartilhada entre a turma e os pais. Os resultados são fantásticos e a publicação é gratuita!
10) Não se omita de dar as devidas orientações aos seus “pupilos”, pois você é corresponsável pela formação dessas vidas!

A arte de estudar!
Planejamento para disciplina de Português – 5º Ano do Ensino Fundamental I.

Disciplina: Português
Conteúdo: Produção de texto e panfletos
Ano de ensino: 5º ano
Tema: A arte de estudar!
Objetivo: 
Compreender a importância dos estudos e a organização pessoal para estudar.
Material: 
Folha sulfite, lápis, borracha, lápis de cor, canetinhas coloridas, papel cartaz, cola, tesoura.
Conhecimento prévio:
Produzir textos explicativos sobre o assunto abordado.
Atividade motivacional: 
Organizar a turma, em círculo, para uma primeira conversa sobre hábitos de estudos e sua importância. 
Perguntar: Qual a importância de estudar? É necessário e importante se organizar para estudar?
Encaminhamento metodológico: 
Depois da conversa, relatar que a arte de estudar envolve aspectos de curiosidade e atenção do aluno, portanto, para isso, é preciso que ocorra concentração somente nos estudos, sem que não aconteçam distrações. 
Se houver dúvidas enquanto estuda, anotar para que possa consultar seu professor no dia seguinte. A curiosidade o auxiliará no processo de estudos, pois, ao mesmo tempo, o aluno pesquisa e vai além daquilo que foi pedido pelo professor. 
Ressaltar a importância do planejamento por parte do aluno, estabelecendo horários de estudo, lembrando que é importante fazer o intervalo, pois este se faz necessário ao um bom desempenho no estudo. Organizar os materiais necessários, escolhendo um lugar sossegado, silencioso, arejado e bem iluminado. 
Pedir para que os alunos relatem como organizam seus estudos em casa. Instigar para que percebam a importância da construção de esquemas e resumos de textos, anotações, pesquisas, ilustrações, estudos em grupo após o estudo individual, para troca de informações e de ponto de vista, como ferramenta de estudo. 

Organizar a turma, em duplas, para a produção de pequenos textos explicativos, sobre os hábitos de estudos e sua importância. 
Fazer os panfletos em papel-cartão (aproximadamente 15 cm por 10 cm). Os panfletos devem ser ilustrados e entregues a outros alunos de turmas diferentes.

Avaliação:
Descreva no quadro abaixo quais são as suas práticas de estudo e que ações discutidas em sala você pretende utilizar como hábito de estudo:
Suas práticas Hábitos de estudo que pretendo colocar em prática
Indicação de site sobre a arte de estudar:
http://www.brazilianportugues.com/index.php?idcanal=385
Criado por Ana Paula Lohn e Fernanda França. Janeiro/2010
 

RECICLANDO CD






MENSAGEM 







MENSAGENS





Dinâmicas 










Bem-vindo!

Objetivo: fazer a apresentação das pessoas e promover a integração do grupo.

- Entregar a cada pessoa um círculo de papel para que escreva nele seu nome (crachá).

- Passar um saco com pares de balas doces para que cada pessoa retire uma.

- Pedir que cada um procure seu par (de bala igual) e sente-se ao seu lado.

Trabalho em duplas: conversar com o par sobre a origem/escolha do seu nome, idade, signo, música e filme de que gosta, desejos etc, por 5 minutos.

Trabalho em grupo: pedir que formem um círculo e que cada um apresente o seu par dizendo que descobriu sobre a outra pessoa. A medida que se apresentam, colocam um no outro o crachá com o nome, desejando boas vindas.

     Pedir para estarem atentos às apresentações, pois todos merecem ser bem recebidos.

Ao final, compartilhar: O que gostaríamos de encontrar neste grupo?
Encerrar com um aperto de mão e uma salva de palmas a todos.

Dinâmicas de Identidade e Valores

Escala de valores

     Esta dinâmica toca num assunto vital para os jovens. Pode ser trabalhada na escola ou nos grupos, podendo ser adaptada à realidade específica.

Objetivo: Colocar o adolescente em contato com seus próprios valores, levando-o a refletir sobre o que ele considera mais importante em sua vida.

Tempo de duração: Aproximadamente 60 minutos.

Material necessário: Papelógrafo ou quadro-negro; caneta hidrográfica ou giz; papel-ofício, canetas ou lápis.

Descrição da dinâmica: 

1. Escrever no papelógrafo ou no quadro-negro, com letras grandes (de maneira que todos possam ler) algumas frases que expressem uma atitude diante da vida ou um valor.

Ex.:
- Para ir a uma festa, Carlos não hesitou em gastar as economias que tinha para comprar uma calça nova. (valor subtendido - a importância do Ter)

- Stefane ofereceu-se para cuidar da irmã caçula para sua mãe ir ao supermercado, mesmo tendo que adiar o encontro com o namorado. (valor subtendido - solidariedade, o que é mais importante para todos).

Podem ser frases mais diretas e objetivas. Com valores explícitos e não subentendidos.

Estabeleça o que é mais importante:

- Ir a uma festa
- Sair com o(a) namorado(a)
- Cuidar da irmã caçula (ou irmão)
- Almoçar em família
- Ir visitar parentes
- Sair com amigos
- Estudar para uma prova
- Ter o CD mais recente do grupo do momento
- Ir ao ponto de encontro dos amigos
- Fazer o trabalho de escola

2. Distribua as folhas de papel-ofício entre os participantes e peça que eles a dobrem ao meio, de maneira que eles terão um lado direito e outro esquerdo.

3. Peça que leiam com atenção as frases escritas pelo facilitador.

4. Em seguida, que escrevam do lado direito da folha, em ordem de importância as atitudes que fazem parte da sua maneira de agir no cotidiano.

5. Assim o participante deverá colocar em primeiro lugar o que para ele é o valor mais importante de todos e assim sucessivamente, até que tenha escolhido pelo menos cinco valores.

6. Após todos terem terminado, o facilitador pede que, do lado esquerdo da folha, o participante escreva: quando eu era criança, para mim as coisas mais importantes eram...

7. Depois peça que ele leia as frases comparando, estabelecendo a diferença entre a escala de valores que tem hoje e a que tinha quando era criança.

8. Em seguida o facilitador pede aos participantes que discutam com seus colegas mais próximos sua lista de valores atuais (lado direito da folha).

9. Todos os participantes devem discutir, em pequenos grupos, sua ordenação de valores, estabelecendo a comparação com a dos colegas.

10. Depois, todos devem voltar para o grupão onde o facilitador coordenará a discussão definindo:

- A escala de valores do grupo (através da verificação de quais valores aparecem mais em primeiro lugar, em segundo etc.). 
- A escala de valores de quando eram crianças.
- A diferença entre uma escala e outra.
- Que tipo de sociedade e vida em grupos os valores apresentados tendem a construir.

Poesia, música, crônica

Finalidade: Consiste em ouvir uma poesia e/ou música para ajudar na introdução de um assunto ou de uma vivência subjetiva.

Material: Letra (cópia xerográfica ou mimeografada) de uma poesia ou canção.

Descrição da dinâmica: 

1. Escolher uma poesia ou canção sobre o tema a ser trabalhado.
2. Dividir os participantes em grupos.
3. Cada um lê em voz baixa, murmurando.
4. Escolher a palavra que mais marcou, em cada estrofe.
5. Gritar essas palavras juntas, bem alto. Depois bem baixo, até se calar.
6. Andando, procurar sua “palavra-sentimento” com outra pessoa do grupo.
7. Explique, sinta, expresse, toque.
8. No seu grupo, responda o que você faria com esse sentimento-palavra trocada.
9. O grupo deve montar uma história com os sentimentos trocados e com a poesia recebida.
10. Cada grupo apresenta no grupão sua história de maneira bem criativa.
11. Buscar o que há de comum em todas as histórias.

Comentários: 

1. Este trabalho leva à reflexão de um tema/assunto, abrindo um espaço para que as pessoas falem de um assunto sob diferentes olhares.
2. Contribui para o desenvolvimento da expressão verbal e do trabalho coletivo.


Fonte: “Augusto Boal, publicado no livro “Dinâmica de grupos na formação de lideranças” de Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, Ed. DP e A, 1998.