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Professora graduada no Curso Normal Superior pela Universidade de Uberaba-MG,pós-graduada em Coordenação Pedagógica-UFOP-MG, atuando na área de Ensino Fundamental e Médio.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


Para Sala de Aula


Calculando com o Material dourado...
Planejamento para disciplina de Matemática – 5º Ano do Ensino Fundamental I.

Disciplina: Matemática
Conteúdo: Contagem
Ano de ensino: 5º ano
Tema: Calculando com o Material dourado...
Objetivo: 
Explorar o Material dourado para realizar as operações de soma dos algarismos.
Material: 
Material dourado, folha, caderno, lápis e borracha.
Conhecimento prévio:
É necessário que os alunos tenham conhecimento da soma dos algarismos.
Atividade motivacional: 
Conversar com a turma a respeito do Material dourado e explicar que será utilizado esse recurso para resolver as operações propostas. Enquanto isso passe o Material dourado para que os alunos tenham um primeiro contato.
Mostre imagens retiradas da internet, como:
Agora decomponha os números abaixo:
Exemplo:
76 - 984 - 2031 - 1320 - 2983 - 7496

Avaliação: Sugestão de atividades

Matemática
1) Decomponha os números:
a) 88
b) 165
c) 387
d) 21
e) 1684
f) 3847
g) 598
h) 2583
2) Agora, decomponha-os em centenas e unidades:
Ex: 3847 = 38 centenas e 47 unidades
3) Agora, em apenas dezenas e unidades.
Ex: 1684 = 168 dezenas e 4 unidades
4) Utilizando apenas os algarismos 0, 4, 5 e 9 faça o que se pede:
a) Escreva um número em que:
- o valor do algarismo 4 seja 400;
- o valor do algarismo 5 seja 5000;
- o valor do algarismo 9 seja 9;

O número que formou é:

b) Escreva outro número formado por 45 centenas e 90 unidades.
 
c) Quantos cubos? Observe os sólidos geométricos e responda.

- Quantos cubos formam esses sólidos?

Sugestão de site para saber mais sobre o Material dourado: http://www.somatematica.com.br/artigos/a14/
Criado por Ana Paula Lohn e Fernanda França. Janeiro/2010
 

Para Sala de Aula

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Tecnologia móvel: uma aliada no ambiente educacional 
Até há pouco tempo, o único canal de relacionamento existente dentro do ambiente educacional eram cadernos com recados da direção para os pais dos alunos.
Por Diocsianne Moura
28/09/2010
Ao contrário do que muitos pensam, o celular não precisa ser um problema dentro da educação
De acordo com o estudioso André Pestana, no passado, a escola tinha um organograma inflexível, rígido e vertical. Hoje, ela é distribuída por setores, tem flexibilidade e mobilidade. Além disso, antes havia pouca valorização do ser humano. Ao contrário, atualmente, o relacionamento é humanizado e há preocupação com o indivíduo, ou seja, o homem volta a ocupar um espaço significativo; a estar no centro da questão (PESTANA, 2008). E isso faz toda a diferença quando se considera também a evolução da tecnologia, pois, a cada dia, ela é mais individualista e direcionada.
Os meios de comunicação estão presentes no cotidiano dos alunos. Procurar entendê-los e não negá-los é a saída para percorrer um novo trajeto. Dentro dessa perspectiva, percebe-se a importância da presença de práticas educomunicativas e não apenas ações pedagógicas isoladas, seja em sala de aula ou na gestão de uma instituição educacional. Afinal, o processo de reflexão sobre a área da comunicação/educação deve ser entendido como estratégia valiosa, principalmente, para os gestores educacionais.
As potencialidades das atuais tecnologias são temas de discussão em ambientes acadêmicos por suas principais características: o imediatismo e a instantaneidade. Marshall McLuhan (1964) defende os meios como extensão do homem. Na era atual, as teorias desse pesquisador se realizam e se renovam. Elas podem ser conferidas por meio da tecnologia da informação, que se tornou indispensável desde o advento da internet, pois se adapta ao homem por meio da mobilidade, um sonho muito antigo da humanidade.
Dentro dessa perspectiva, é notável que a tecnologia da informação alie-se à comunicação para fazer parte do cotidiano da humanidade. Um exemplo de canal de comunicação que reflete essa junção é o aparelho celular. Recentemente, ele tem sido visto, pelas empresas, como o objeto de interação com o público quando o assunto é comunicação e informação.
Para que isso acontecesse, o celular precisou evoluir e receber adaptações. Além de funcionar como telefone, para recebimento e realização de chamadas, passou a cumprir as tarefas dos computadores, por exemplo, com o acesso à rede mundial de computadores, a internet. Desse modo, esse aparelho permite a interatividade, indo além da tríade linear da comunicação de massa que envolve o emissor-mensagem-receptor, incluindo mais uma etapa: o feedback. Rompe, assim, a barreira que o indivíduo tinha de apenas absorver conteúdos, sem criar um relacionamento ou vínculo com ele.
Mclhuan – teórico dos meios de comunicação e precursor dos estudos midiológicos – destaca, principalmente, que o meio é a mensagem, o que significa, em termos da era eletrônica, que já se criou um ambiente totalmente novo. O “conteúdo” desse novo ambiente é o velho ambiente mecanizado da era industrial”. (1964, p. 12). Desse modo, percebe-se que o surgimento da educomunicação aconteceu no exato momento em que as pessoas, estudantes, tiveram o acesso aos canais de comunicação e à informação.
Assim, o conceito hoje, constituído por Mcluhan para educomunicação, propõe, na verdade, a construção de ecossistemas comunicativos abertos, dialógicos e criativos, nos espaços educativos, quebrando a hierarquia na distribuição do saber, justamente pelo reconhecimento de que todas as pessoas envolvidas no fluxo da informação são produtoras de cultura, independentemente de sua função operacional no ambiente educacional. Além, claro, de que todas elas têm acesso a canais que permitem a comunicação e a interação. De acordo com Rego (1986), se alguns poderes legitimam a empresa, a comunicação exerce igualmente um certo e grande poder.
Segundo pesquisa realizada pelo instituto Synovate, o celular é o item tecnológico onipresente entre jovens e adultos do Brasil, da China e do Reino Unido. O levantamento sobre hábitos de consumo foi feito com 432 jovens de cada país. O resultado aponta que 90% dos jovens pós-adolescentes já têm celular e 24% planejam comprar um novo. Intensificando no terreno do Brasil, a pesquisa aponta que 95% dos jovens brasileiros possuem celular e 17% não vivem sem celular (Revista Época Negócios, 2009, p. 32).
Por permitir o relacionamento interativo, esse canal está sendo estudado por alguns poucos especialistas em mobile marketing, como Fernando Román. Essa área visa principalmente ao público jovem, a geração tecnológica. Por conta disso, cabe às instituições educacionais a análise dessa nova possibilidade que se abre dentro do marketing de relacionamento, por meio da educomunicação.
Ao contrário do que muitos pensam, o celular não precisa ser um problema dentro da educação. Como canal de comunicação, pode ser útil, ágil e de baixo custo, além de estar dentro do conceito de educomunicação, que aponta que sua relação com a tecnologia está na razão direta da liberdade de expressão e da possibilidade do acesso à educação, por exemplo. Assim, seu uso permite a quebra da hierarquia na distribuição do saber, justamente pelo reconhecimento de que todas as pessoas envolvidas no fluxo da informação são produtoras de conteúdo e cultura, independentemente de sua função operacional no ambiente escolar.
A educomunicação, nesse cenário, pode ser utilizada como uma ferramenta de gestão educacional. Por meio de canais e ferramentas de comunicação, a educação pode tomar rumos que favorecem a cidadania e a democratização da informação. Com o uso das novas tecnologias, isso se torna possível e viável por meio do marketing de relacionamento e do mobile marketing. Isso porque a cada dia torna-se perceptível a importância da educação colocar um olhar mais analítico sobre as necessidades e costumes dos indivíduos que estão em seu contexto – pais, alunos, professores, educadores, gestores educacionais – entendendo como ele consome os produtos e serviços oferecidos por ela.
Diante dessas mudanças, há que se pensar que a escola não pode ficar ausente às transformações proporcionada pelas novas tecnologias (que aconteceram, acontecem e virão acontecer num futuro muito próximo). De acordo com Pestana, uma gestão educacional moderna “pressupõe diálogo, abertura e, principalmente, participação: alunos, pais, professores e sociedade” (2008, p. 35).
E, justamente esse público merece atenção quanto ao uso de tecnologias individuais, como o de celular smartphone, por exemplo. Esse aparelho eletrônico tem a capacidade de acesso à internet, promovendo o mundo na palma da mão do usuário. Para contribuir ainda mais, suas ferramentas proporcionam interatividade, via SMS (mensagens multimídia), mensagens de texto, programação de agenda, arquivamento de documentos de texto, imagens, vídeos, planilhas, jogos e muito mais.
Com a tenologia móvel isso se amplia e aproxima-se a produção da informação à cidadania. Ao mercado educacional, a realidade não se apresenta diferente, a cada dia, a tecnologia móvel oferece algo novo e inovador. O mais recente, a criação das plataformas denominadas mobile learning, utilizada no Brasil pela operadora de telefonia celular, Vivo, para o ensino do idioma inglês; Além disso, há as “simulações participativas” (Revista Veja, 2009), nas quais os estudantes atuam ativamente na construção de conteúdos e conhecimento, além de tornarem-se atores sociais da democraticação da informação. Isso exemplifica que a tecnologia do smarthphone vem tornando-se um canal interessante para ser explorado pelos gestores educacionais.
O que se conclui é que fugir dessas tecnologias não é mais uma alternativa para quem se encontra em qualquer ramo de negócio. A gestão educacional precisa compreender as tecnologias móveis e as profundas transformações e mudanças que resultam do surgimento e aperfeiçoamento delas – tanto no comportamento e nos hábitos de consumo de jovens e adultos como em toda a sociedade.
ENSINAR É UM REFLEXO DE APRENDER

Para Sala de Aula

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Eles sabem demais, eu sei de menos? Isso realmente é verdade?
Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Parece que eles sabem mais do que nós...
Por Danielle Lourenço
15/06/2010
Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro!
Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Seja no celular, no computador, no DVD (que virou Blue Ray), no GPS... Parece que eles sabem mais do que nós... Quem já viu um adolescente lendo um manual de instruções?
De fato, em comparação às gerações anteriores, os jovens de hoje têm um conhecimento inato acerca dos recursos tecnológicos contemporâneos. Nascem “alfabetizados digitalmente” e são surpreendentes de modo geral.
De modo intuitivo ou empírico, todos vêm sentindo essas diferenças. Muito se deve às tecnologias contemporâneas. Os alunos parecem ser naturalmente plugados, conectados. A geração C – Geração do Conhecimento, da Conectividade, da Comunicação.
Nós, ao contrário, somos frutos de uma educação tecnicista, compartimentada, analógica por assim dizer, anterior a todo esse movimento.
As consequências são óbvias: sentimo-nos diferentes dos alunos e, às vezes, parece-nos que eles, nesse assunto, sabem muito mais do que nós.
Vamos por partes...
Diferentes? Sim. Sabemos menos? Depende. Tem solução? Com toda certeza.
Para entender a complexidade dessa questão, é preciso analisar as diferenças das gerações. Enquanto nossa educação e vivências nos proporcionaram uma visão verticalizada dos conhecimentos e das nossas habilidades, nosso aluno tem uma visão horizontal. E além de horizontal, inter- -relacionada.
Nós executamos uma tarefa de cada vez, com grande dose de concentração, enquanto os jovens são multitarefeiros: estão plugados na web, navegando em sites, fazendo download de músicas e vídeos, teclando com 15 pessoas ao mesmo sobre assuntos diferentes no MSN, atualizando a página do ORKUT, com a TV e o rádio ligados e de quebra, ainda estão realizando as tarefas escolares ou estudando para as provas...
É preciso desmistificar essa ideia de que eles sabem mais. Nossos alunos têm conhecimentos e habilidades diferentes dos nossos. Precisamos compartilhar e trocar com eles. Buscar entender como essas cabecinhas funcionam, qual lógica e qual linha de raciocínio utilizam... Precisamos nos aproximar dos nossos alunos, conhecendo o mundo digital em que vivem, respeitando e valorizando o conhecimento deles e fortalecendo e estreitando as relações.
Do mesmo modo, devemos compartilhar com eles as nossas habilidades, em especial a de concentração que, cá entre nós, tem estado ausente da vida dos nossos pupilos.
Enfim, concluo este artigo com um convite à reflexão, partilhando um pensamento atribuído a Alfredo Martini Júnior
"Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro! Quem ensina está aprendendo! Quem aprende está ensinando!"
DICAS DE FILME

Toy Story 3
Dicas e sugestões de atividades pedagógicas para o uso do filme em sala de aula.
Por Danielle Lourenço
12/02/2011

Toy Story 3

Ficha técnica do filme

Diretor: Lee Unkrich
Elenco: Vozes de Tom Hanks, Michael Keaton, Joan Cusack, Tim Allen, John Ratzenberger, Wallace Shaw, Josi Benson, Ned Beatty, Don Rickles, Estelle Harris, Whoopi Goldberg, Richard Kind, Ned Beatty, John Morris
Produção: Darla K. Anderson
Roteiro: Michael Arndt 
Trilha sonora: Randy Newman
Duração: 113min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Animação
Cor: Colorido
Distribuidora: Buena Vista
Estúdio: Walt Disney Pictures/Pixar Animation Studios 
Classificação: Livre
Lançamento no cinema – 18/06/2010
Lançamento em DVD – previsto para o primeiro semestre de 2011

Sinopse

O recente lançamento da Disney-Pixar traz a terceira etapa da história Toy Story.
Depois de escaparem de um menino mau, que não sabia respeitar os brinquedos (Toy Story 1) e de virarem peças de um museu no Japão (Toy Story 2), Woody, Buzz e toda a turminha se preparam para viver grandes aventuras e desafios. Andy cresceu e agora com 17 anos está a caminho da universidade. Os brinquedos se apavoram por não saberem qual será o seu destino...
A trama começa quando eles, equivocadamente, são deixados pela mãe do Andy como doação na creche Sunnyside. Apesar da dor da separação, aquele lugar parecia ser o paraíso, afinal eles não pertenceriam a apenas uma criança, mas a muitas!
Mas como as aparências enganam! Durante o dia são “massacrados” pelas crianças pequenas e, assim, decidem ir embora! Mas será que é possível, para simples brinquedos, retomarem o caminho de suas casas?
No desenrolar da trama, aparecem 15 novos brinquedos e muitos desafios e também uma lição inesquecível sobre infância, amizade e lealdade. O final é surpreendente e nos faz refletir sobre a vida com suas idas e vindas e sobre como são complicadas e doloridas as despedidas!

Crítica do filme

“Toy Story 3 é o máximo! Incrível mesmo, pois trabalha a temática da amizade, da solidariedade e principalmente da real essência da infância de modo suave e extremamente divertido! Ri muito, mas confesso que, em alguns momentos, senti as lágrimas teimando em ‘descer ladeira dos olhos’ abaixo...”
Danielle Lourenço – Pedagoga

Sugestões pedagógicas

1) Valores da amizade, cooperação, espírito de equipe, solidariedade e infância.

O filme aborda, de modo envolvente, as questões que envolvem a amizade, a cooperação, o espírito de equipe, a solidariedade e a infância. Você pode ampliar a discussão do filme para a realidade dos seus alunos, resgatando estes valores, que há muito parecem estar meio sem brilho. 

2) Heterogeneidade.

Um ponto interessante que aparece no filme é que, apesar de formatos, cores, funções e até valores diferentes, cada brinquedo tem uma participação especial para o sucesso da equipe. Transponha esta situação para sala de aula, mostrando que é a heterogeneidade e não a homogeneidade que faz um grupo ser forte e vencedor!

3) Campanha de doação.

O site do filme apresenta uma campanha “A brincadeira não pode parar”, na qual dezenas de locais no Brasil serão pontos de arrecadação de brinquedos usados que serão distribuídos a centenas de entidades cadastradas.
Amplie esta iniciativa com seu grupo de trabalho, uma vez que o filme propõe uma reflexão sobre a importância da brincadeira e do brincar, sobre os cuidados com os brinquedos e sobre a necessidade da continuidade do uso deles. Desperte em seus alunos este desejo de doar, de compartilhar!

4) Temática do lixo.

Ainda dentro desta reflexão, aborde o tema: LIXO! O que é lixo afinal? Quantas vezes jogamos coisas boas, como brinquedos, porque não sabemos a quem doar? Mencione também as questões da coletas seletivas e dos desafios da sustentabilidade.

5) O consumo.

É possível também abordar as questões de consumo. Tudo o que vemos na TV nós pedimos para nossos pais, mas, afinal, será que precisamos de tudo isso mesmo? Quantas vezes brincamos com os brinquedos que ganhamos?

6) A aparência.

A questão da aparência também pode ser uma temática para discussão. Quem vê cara não vê coração! Há dois exemplos para análise:
  • O ursinho de pelúcia Lotso, fofo e cheirando a morangos silvestres é o grande vilão da história.
  • A Barbie representa o estereótipo da mulher fútil: frágil, loira e burrinha, porém, no desenrolar da história, ela mostra sua força, estratégia e inteligência.

7) Trabalho com os pais.

Para trabalhar com os pais, podemos colocar um trecho do filme 1, no qual o menino mau “curte” a sua infância, explodindo brinquedos, enquanto no filme 3, Andy sente a despedida dos brinquedos como o término de uma infância extremamente feliz. Que personagem é o nosso filho.

Links complementares

Site oficial filme, com destaque à campanha “A brincadeira tem que continuar”:
  • http://www.disney.com.br/filmes/cinema/toystory/
  • http://www.disney.com.br/filmes/cinema/toystory/#/parks
  • Bee Movie
    Dicas e sugestões de atividades pedagógicas para o uso do filme em sala de aula.
    Por Danielle Lourenço
    18/05/2011

    Bee Movie

    Ficha técnica do filme

    Título no Brasil:  Bee movie – a história de uma abelha
    Título original:  Bee movie
    País de origem:  EUA
    Gênero:  Animação
    Classificação etária: Livre
    Tempo de Duração: 91 minutos
    Ano de lançamento:  2007
    Site oficial:  http://www.beemovie.com
    Estúdio/Distrib.:  Paramount Pictures Brasil
    Direção:  Steve Hickner/Simon J. Smith

    Sinopse

    O filme mostra o mundo das abelhas sob a ótica das abelhas, ou seja, diferente do olhar humano.
    Assim, Barry Benson, uma abelha recém-formada, decide processar os humanos pela apropriação indevida do mel.
    O filme mostra, de modo claro, a necessidade do equilíbrio nos ecossistemas e da codependência entre todas as espécies vivas para a sustentabilidade da vida na Terra.

    Crítica do filme

    “ A animação Bee movie é uma forma encantadora de analisarmos a nossa sociedade, o mundo das abelhas e as relações de interdependência entre os sistemas e ecossistemas. Além disso, o jogo de palavras envolvendo a temática do mel é muito bacana! Mel-ravilhoso mesmo!”
    Danielle Lourenço – Pedagoga

    Sugestões pedagógicas

    1) A Vida das Abelhas.

    Para perfeita compreensão do filme, seria interessante que os alunos tenham orientações iniciais sobre a vida das abelhas.
    Alguns sites interessantes:

    2) Sociedade.

    Depois disso, proponha uma análise. O filme retrata situações que refletem a sociedade das abelhas e outras que refletem a sociedade humana. Quais são elas?

    3) Conceito de equipe.

    Bee movie deixa muito claro o conceito de equipe, mencionando a importância das pequenas tarefas para a realização do todo.
    Solicite aos alunos que identifiquem no filme em que momentos este conceito aparece.
    Em seguida, peça que transponham estas situações para o cotidiano escolar e familiar. Onde estou? Qual minha função e importância neste grupo?.

    4) Exploração da natureza.

    O personagem principal, Berry Benson, questiona a exploração ao mel das abelhas. Argumente com seus alunos:
    a) Realmente os humanos exploravam as abelhas?
    b) Que outros reinos da natureza são explorados na natureza?
    c) Até que ponto o homem pode usufruir da natureza?

    5) Ecossistemas.

    Trabalhe o conceito de interdependência entre os ecossistemas, questionando os alunos sobre o que acontece quando as abelhas vencem a batalha judicial e param de trabalhar.

    6) Polinização.

    Peça aos alunos que expliquem por que o processo de polinização é fundamental para os humanos.

    7) Equilíbrio ambiental.

    Ao final do filme, Barry torna-se um advogado “animal” e recebe em seu consultório uma vaca reclamando da usurpação do seu leite.
    Como podemos viver em harmonia com os demais seres vivos? Como conseguir este equilíbrio ambiental?

    8) Palavras.

    O filme brinca muito com as palavras de modo a relacioná-las ao tema abelhas. Mel-ravilhoso! Favo-loso! Mel-lênio! Abelhar! Proponha uma brincadeira. E se o filme fosse sobre cães? Que palavras poderíamos criar?

    9) Atividade com os Pais.

    O filme pode ser muito interessante para trabalharmos com os pais! Alguns aspectos que podem ser abordados: a escolha precoce das profissões na transição do Ensino Médio para a faculdade; pais que não escutam seus filhos; sucessão familiar; a descoberta da vida fora da colmeia – descoberta do mundo exterior e rompimento do cordão umbilical familiar; como acontece o despertar da verdadeira vocação; a escolha das namoradas, que não podem ser vespas nem aranhas.

    10) Jogos em Inglês.

    O site oficial do filme está em inglês, mas há jogos bem interessantes. Que tal uma parceria com a “teacher” da sua escola?

    11) O mundo das abelhas - Extras.

    Nos extras do DVD é possível fazer perguntas pré-formuladas ao Barry Benson. Algumas são apenas reprises de momentos vistos no filme, mas outras são favo-losas para aprender mais sobre o mundo mel-ravilhoso das abelhas!

    Links complementares

    Site oficial do filme: