Planejamento Anual Quarto Ano -2012
LÍNGUA PORTUGUESA
OBJETIVO GERAL:
Oferecer condições para produzir um leitor e escritor competente, tornando-o capaz de expressar-se oralmente e por escrito com clareza e objetividade, bem como ler, interpretar com facilidade e profundidade, agindo como ser crítico e participativo da sociedade.
CONTEÚDOS PROGRAMADOS
1º Bimestre
Língua oral
P Audição atenta em situações de interlocução com intervenções adequadas, formulação de perguntas e opiniões;
P Relato de experiências pessoais e/ou coletivas de forma clara e organizada;
P Narração de fatos considerando a temporalidade e causalidade;
P Narração de histórias conhecidas buscando aproximação das características discursivas do texto fonte;
P Adequação da linguagem à situação de uso por meio de conversas, debates, dramatização e simulações. Narração de histórias conhecidas, buscando aproximação das características discursivas do texto-fonte.
Prática de leitura
P Textos narrativos ficcionais (contos e história em quadrinhos):
- distinção entre narrador e autor; caracterização dos personagens a partir de descrições, de ações por eles realizadas ou do modo como se expressam;
- identificação do narrador e foco narrativo.
P História em quadrinhos:
- reconhecimento dos elementos próprios à organização do texto:
- a narrativa por meio de imagens;
- os códigos verbais e não-verbais;
- os sinais gráficos: balões, traços indicadores de movimento;
- as representações gráficas dos sons (onomatopéias).
P Textos jornalísticos (notícia):
- reconhecimento dos elementos próprios à organização do texto: título, função e características;
- lide, função, estruturação, relação entre ilustração e texto;
- relação entre o corpo da notícia e elementos visuais complementares como: fotos, diagramas, gráficos, tabelas, mapas, etc.
Produção escrita
P Produção de textos narrativos ficcionais (contos, história em quadrinhos), jornalísticos(notícia):
• Consideração das condições de produção:
- finalidade;
- especificidades da modalidade textual e do suporte (portador);
- papéis assumidos pelos interlocutores;
• Planejamento da produção envolvendo:
- mobilização dos conhecimentos prévios;
- inventário de ideias para o desenvolvimento do tema;
- organização das informações mais relevantes.
• Produção escrita (rascunho) e edição final:
- estabelecimento de unidade de sentido;
- fatores de textualidade (coesão e coerência);
- pontuação; ortografia; acentuação; segmentação; concordância verbal e nominal.
Análise lingüística
P Gramática no contexto morfológico e semântico.
P Reconhecimento dos sinais de pontuação e de seu papel na organização dos textos narrativos ficcionais e jornalísticos, considerando:
- o valor das reticências, das exclamações e interrogações nos balões (que representam as falas e os pensamentos dos personagens);
P Uso da letra maiúscula no início de frases, de nomes próprios e de títulos;
P Grafia das palavras mais usuais que apresentam dígrafos, ditongos, O/U; E/I; U/L; ÂO/AM; R final;
P Segmentação do texto em frases e parágrafos.
P Reescrita do próprio texto: unidade temática; adequação do tema; finalidade do texto;
Segmentação do texto em palavras; frases e parágrafos; retomada pronominal e substituição de termos.
2º Bimestre
Língua oral
P Audição atenta em situações de interlocução, com intervenções adequadas, formulação de perguntas e opiniões.
P Narração de fatos considerando a temporalidade e a casualidade.
P Narração de histórias conhecidas, buscando aproximação das características discursivas do texto fonte.
P Adequação da linguagem à situação de uso por meio de conversas, debates, dramatizações e simulações.
Prática de leitura
P Textos narrativos ficcionais (contos: clássicos, contemporâneos e fábulas):
- reconhecimento do enredo e da ordenação temporal como elementos constitutivos do texto narrativo ficcional;
- identificador do narrador e do foco narrativo.
P Textos jornalísticos (classificados):
- especificação do produto;
- dados do anunciante;
- linguagem objetiva;
- uso de abreviaturas.
P Textos informativos (verbetes de dicionário e notas enciclopédicas):
- linguagem concisa e precisa.
Produção escrita
P Produção de textos narrativos ficcionais (contos: clássicos, contemporâneos), jornalísticos (classificados) e informativos (verbetes de dicionário e notas enciclopédicas).
• Consideração das condições de produção:
- finalidade; especificidade da modalidade textual e do suporte; papéis assumidos pelos interlocutores.
• Planejamento da produção envolvendo:
- mobilização dos conhecimentos prévios;
- inventário de idéias para o desenvolvimento do tema;
- organização das informações mais relevantes.
• Produção escrita (rascunho) e edição final:
- estabelecimento de unidade de sentido;
- fatores de textualidade (coesão e coerência);
- concordância verbal e nominal.
Análise lingüística
P Gramática no contexto morfológico e semântico.
P Identificação de recursos utilizados pelo autor para obter determinados efeitos de sentido, nos textos narrativos, jornalísticos e informativos, considerando:
- recursos coesivos e o papel desses recursos;
- as expressões utilizadas para indicar a mudança de lugar e tempo na narrativa ficcional;
- a utilização de recursos ( depoimentos, citações) para obter efeito de veracidade ao dito no texto;
- o uso característico da pontuação e de abreviaturas no texto;
- os elementos de coesão mais adequados à língua escrita, garantindo o progresso e continuidade das ideias;
- a segmentação do texto em frases e parágrafos, utilizado recursos do sistema de pontuação: ponto final, exclamação, interrogação vírgulas nas enumerações;
- uso de letras maiúsculas no início de frases, de nomes próprios e de títulos;
P Reescrita do próprio texto:
- unidade temática; adequação do tema; finalidade do texto;
- retomada pronominal e substituição de termos.
3º Bimestre
Língua oral
P Audição atenta em situações de interlocução, com intervenções adequadas, formulação se perguntas e opiniões.
P Relato de experiências pessoais e/ou coletivas de forma clara e ordenada.
P Narração de fatos considerando a temporalidade e a casualidade.
P Narração de histórias conhecidas buscando aproximação das características discursivas do texto fonte.
P Adequação da linguagem à situação se uso por meio de conversas, debates, dramatizações e simulações.
Prática de leitura
P Textos narrativos ficcionais (contos: clássicos, contemporâneos e lendas):
- os modos de apresentar os personagens; discurso direto e indireto.
P Textos poéticos (poema):
- os efeitos sonoros; o ritmo; as rimas; a disposição gráfica.
P Textos epistolares (carta):
- elementos que compõem o texto: local e data; invocação; desenvolvimento do assunto; despedida e assinatura;
- recursos lingüísticos próprio do texto epistolar; adequação da linguagem mais ou menos formal de acordo com a finalidade do texto.
P Textos publicitários (propaganda):
- logotipo; slogan;
- recursos lingüísticos próprios do texto publicitário; emprego dos tempos verbais (sobretudo o modo imperativo); os usos dos pronomes; os tipos de frases.
Produção escrita
P Produção de texto narrativos ficcionais (contos: clássicos, contemporâneo), poéticos (poema), epistolares (carta) e publicitários (propaganda):
• Consideração das condições de produção:
- finalidade;
- especificidade da modalidade textual e do suporte (portador);
- papéis assumidos pelos interlocutores.
• Planejamento da produção envolvendo:
- mobilização dos conhecimentos prévios;
- inventário de idéias para o desenvolvimento do tema;
- organização das informações mais relevantes.
• Produção escrita (rascunho) e edição final:
- estabelecimento da unidade de sentido; fatores de textualidade (coesão e coerência);
- recursos gráficos suplementares (distribuição espacial, margem, parágrafo e letra maiúscula);
- pontuação; ortografia; acentuação;segmentação; concordância verbal e nominal.
Análise lingüística
P Gramática no contexto morfológico e semântico.
P Identificação de recursos utilizados pelo autor para obter determinados efeitos de sentido, nos textos narrativos, poéticos, epistolares e publicitários, considerando:
- as expressões para marcar a mudança de espaço e tempo na narrativa;
- os recursos coesivos e o papel desses recursos;
- os recursos do sistema de pontuação para marcar a fala dos personagens;
- os argumentos utilizados em textos publicitários para convencer o leitor; sentido figurado;
- os aspectos de ortografia, considerando as irregularidades de língua escrita (M antes de P/B; AM/AN; LH/LI; F/V; C/G; D/T; GE/GI; JE/JI; AS/AZ;
- os sons do S (SS/SS;Z;SC;S/Ç); GUA/GUE/GUI; R/RR; QUA/QUE/QUI; AM ÂO; NS; X;CH;LETRA H; TIL; (ÂO, Â, ÔE+S);
- os recursos sonoros (aliterações, assonâncias, ritmo, rimas);
- os recursos visuais e de sentido, para obtenção de efeitos poéticos;
- os recursos lingüísticos (modo e tempo verbal, pronomes) utilizados em textos publicitários.
P Reescrita do próprio texto: unidade temática; adequação do tema; finalidade do texto; segmentação do texto em palavras, frases e parágrafos; letra maiúscula em títulos, nomes próprios e início de frases, retomada pronominal e substituição de termos
4º Bimestre
Língua oral
P Audição atenta em situações de interlocução, com intervenções adequadas, formulação de perguntas e opiniões.
P Relato de experiências pessoais e/ou coletivas de forma clara e ordenada.
P Narração de fatos considerando a temporalidade e a causalidade.
P Narração de histórias conhecidas, buscando aproximação das características discursivas do texto fonte.
P Adequação da linguagem à situação de uso, por meio de: conversas, debates, dramatizações e simulações.
Prática de leitura
P Textos narrativos ficcionais (contos: clássicos contemporâneos e outros):
- os modos de apresentar as falas dos personagens: discursos direto e indireto.
P Textos poéticos (poema):
- os efeitos sonoros; o ritmo e as rimas; a disposição gráfica.
P Textos instrucionais (receitas e regras de jogo):
- predominância das linguagens: explicativa, informativa (descritiva) e iniciativa (que induz o leitor a realizar uma tarefa);
- uso de formas verbais no gerúndio (indicativo da continuidade do processo);
- uso de verbos no infinitivo (que podem substituir as formas imperativas), reforçando a idéia de processo, de ação e de comando; uso de advérbios.
P Textos informativos (verbete de dicionário e notas enciclopédicas):
- linguagem concisa e precisa.
Produção escrita
P Produção de texto narrativos ficcionais (contos: clássicos, contemporâneos e outros) e instrucionais ( receitas e regras de jogos):
• Consideração das condições de produção:
- finalidade; especificidade da modalidade textual e do suporte; papéis assumidos pelos interlocutores.
• Planejamento da produção envolvendo:
- mobilização dos conhecimentos prévios;
- inventário de idéias para o tema;
- organização das informações mais relevantes.
• Produção escrita (rascunho) edição final:
- estabelecimento da unidade de sentido;
- fatores de textualidade (coesão e coerência);
- pontuação; ortografia; acentuação; segmentação; concordância nominal e verbal.
Análise lingüística
P Gramática no contexto morfológico e semântico.
P Identificação de recursos utilizados pelo autor para obter determinados efeitos de sentido, nos textos narrativos; informativos; instrucionais e poéticos, considerando:
- os recursos coesivos e o papel desses recursos;
- os recursos do sistema de pontuação para marcar a fala das personagens;
- os recursos: sonoros (aliterações, assonâncias, ritmo, rimas); visuais; gráficos e de sentido figurado para obtenção de efeitos poéticos;
- os recursos lingüísticos (modo e tempo verbal, pronomes) e disposição gráfica utilizados em textos instrucionais;
- os recursos lingüísticos ( tempo verbal. Pronomes) utilizados em textos informativos.
- os recursos (depoimentos, citações) utilizados para a comprovação de informações; hipótese e de argumentos.
P Reescrita do próprio texto.
Competências/Habilidades – Língua Portuguesa
Oralidade
· Participar De situações de comunicação direta ou medida (TV, telefone, rádio, etc).
· Fazer inferência sobre alguns elementos de intencionalidade implícita (sendo figurado, recursos persuasivos, humor, etc).
· Reconhecer o significado contextual e o papel complementar de alguns elementos não-linguísticos para conferir significação aos textos (gesto, postura corporal, expressão facial, tom de voz,entonação).
· Manter ponto de vista ao longo da fala.
· Fazer réplica e tréplicas num debate.
· Utilizar a linguagem oral em situações que exijam: preparação prévia; maior grau de formalidade; manutenção do ponto de vista ao longo da fala; procedimentos de negociação de acordos.
Prática de leitura
• Identificar informações relevantes para a compreensão do texto.
· Reconhecer a unidade temática do texto.
· Estabelecer relações entre termos de um texto, a partir de um processo de repetição; sinonímia ou retomada pronominal.
· Relacionar as características do tipo de texto e os indicadores de suporte e de autoria na atribuição de sentido ao texto.
· Reconhecer as características do tipo de texto e os indicadores de suporte e de autoria, na atribuição de sentido ao texto.
· Observar no texto narrativo o discurso do narrador e dos personagens, identificando as marcas desses discursos (travessão, aspas, reticências).
· Reconhecer o valor expressivo dos sinais de pontuação e de acentuação.
· Perceber o valor expressivo dos sinais de pontuação e de acentuação.
· Identificar procedimentos paródicos.
· Identificar informações implícitas e explicitas.
· Inferir o sentido de uma palavra e/ou de uma expressão no texto.
· Identificar o sentido de rimas em textos.
• Identificar traços de intertextualidade.
• Identificar marcas que caracterizam o nível de registro empregado, formal ou informal, considerando a relação entre os interlocutores.
Produção Escrita
· Produzir textos: narrativos, jornalísticos, publicitários, informativos epistolares e poéticos.
· Atender a modalidade proposta.
• Manter a coerência textual na atribuição de titulo; na continuidade temática e de sentido geral do texto.
• Escrever textos utilizando procedimentos de coesão mais adequados à língua escrita, garantindo a progressão e a continuidade das ideias.
• Segmentar o texto em frases e parágrafos, utilizando recursos do sistema de pontuação.
• Utilizar letra maiúscula no inicio de frases, em nomes próprios e em títulos.
· Demonstrar domínio relativo da ortografia, em especial, das palavras mais usuais, excetuando-se palavras que contenham as dificuldades (SC, XC, Ç, X, S, Z)..
· Empregar regras-padrão de concordância verbal (sujeito e predicado) e nominal (artigo e substantivo; substantivo e adjetivo); flexão de gênero (masculino e feminino) e número (singular e plural).
Análise lingüística
· Reconhecer em textos escritos, com apoio de leitor experiente, recursos utilizados pelo autor para obter determinados efeitos de sentido:
- recursos coesivos e o papel desses recursos o valor expressivo dos sinais de pontuação para marcar o discurso direto e indireto; e nos textos informativos (quantidade de virgulas/aposições) como recurso de condensação do texto;
- recursos lingüísticos (modo, tempo verbal e pronomes) utilizados em textos jornalísticos; publicitários e instrucionais (características do gênero), argumentos utilizados para convencer o leitor;
- recursos de linguagem figurada; os elementos de intencionalidade implícita (recursos persuasivos, humor, metáforas);
- recursos sonoros (aliteração, assonâncias, ritmo, rimas); visuais e de sentido, para obtenção de efeitos poéticos;
- marcas que caracterizam o nível de registro empregado, formal ou informal, considerando a relação entre interlocutor; e os elementos de coesão mais adequados à língua escrita, garantindo progressão e continuidade do texto.
• Reescrever o próprio texto observando o desenvolvimento do tema; a adequação necessária em função do interlocutor; da finalidade do texto; das características do gênero; segmentação do texto em palavras, frases e parágrafos.
• Utilizar regras-padrão de concordância verbal (sujeito e predicado); concordância nominal ( artigos e substantivos; substantivos e adjetivos) e flexão do gênero (masculino e feminino) e número (singular e plural).
• Utilizar os recursos lingüísticos (tempo verbal, pronomes) dos textos informativos; utilização de recursos ( depoimentos, citações) para obter efeito de veracidade ao dito em textos informativos; acentuação e abreviatura nesse tipo de texto.
MATEMÁTICA
OBJETIVO GERAL:
Socializar o conhecimento matemático, historicamente produzido e estimular o pensamento lógico, a criatividade, a iniciativa pessoal e coletiva, favorecendo a autonomia intelectual
1º Bimestre
Números e operações
-Sistema de Numeração Decimal e representação da escrita dos números naturais maiores que 1000.
- História dos números.
- Leitura e escrita dos números naturais.
- Comparação, seqüenciação e ordenação de números.
- Valor posicional de um número natural nas ordens: unidades, dezenas e centenas.
- Utilização dos fatos fundamentais da adição e subtração por meio das estratégias pessoais e do uso da técnica operatória convencional.
- Representação e identificação de sucessor e antecessor de números naturais.
- Quadro valor-lugar com as ordens: unidades, dezenas e centenas.
- Resolução de situações-problema envolvendo as ideias de divisão.
Espaço e forma
- Sólidos geométricos: corpos redondos; poliedros (prismas e pirâmides); faces, arestas e vértices.
Grandeza e medidas
- Medidas de tempo: calendário, dia, semana,mês, ano, horas, minutos, bimestre, trimestre e semestre.
2º Bimestre
Número e operação
- Multiplicação de números naturais.
-Realização de multiplicação por meio de estratégias pessoais e do uso da técnica operatória convencional.
- Identificação e utilização de regularidade nas multiplicações por 10, 100 e 1000.
- Utilização dos fatos fundamentais da divisão em situações-problemas..
- Resolução de situações-problemas que envolvam dúzia, meia dúzia, cento e outras.
- Relação das ideias de dobro e triplo com as multiplicações correspondentes.
Espaço e forma
- Linhas curvas (abertas, fechadas, simples e não-simples).
- Reta e seguimento de reta.
- Retas concorrentes e paralelas.
Grandeza e medidas
- Identificação e utilização de unidades de mediadas de tempo, horas inteiras.
- Instrumento de medida de tempo: ampulheta, relógio analógico e relógio digital.
- Conhecimento e leitura das horas do dia - compreensão da importância de medir o tempo.
- Calendário – confecção e leitura de calendário.
Tratamento da informação
- Leitura e interpretação de dados apresentados por meio de listas, tabelas, diagramas e gráficos.
3º Bimestre
Números e operações
- Operação com números naturais.
- Utilização dos fatos fundamentais da adição e da subtração a partir de situações-problemas.
- Análise, interpretação e resolução de situações-problema envolvendo as ideias da adição, subtração, multiplicação e da divisão, envolvendo duas ou mais operações.
- Relação entre divisão exata e multiplicação.
Espaço e forma
- Eixo de sistema: observação de formas geométricas.
- Ângulos (reto obtuso e agudo)
Grandeza e medidas
- Medidas de capacidade (litro, mililitro).
- Situações-problema que envolvam essas medidas.
- Medidas de massa: quilograma, grama, tonelada.
Tratamento da informação
- Elaboração de tabelas e gráficos de barra.
4º Bimestre
Números e operações
- Utilização das regras do Sistema de Numeração Decimal para números naturais.
- Utilização dos fatos fundamentais da adição, subtração, multiplicação e divisão a partir de situações-problema.
- Relação entre divisão e multiplicação.
- Utilização do Sistema Monetário Brasileiro em situações-problema.
Espaço e forma
-Observação de formas geométricas que tenham simetria.
Grandeza e medidas
- Cálculo de perímetro de figuras planas desenhadas em malhas quadriculadas.
Tratamento da informação
- Coleta de dados e interpretação de tabelas e gráficos de barras.
Competências/Habilidades
Números e operações
- Ler e escrever números naturais;
- Utilizar os fatos fundamentais das quatro operações, em situações-problema;
- Interpretar o valor posicional de cada uma das ordens e através de quadro valor;
- Representar e identificar o antecessor e o sucessor de um número natural;
- Realizar multiplicação de números naturais usando técnicas pessoais;
- Identificar multiplicação por 10, 100 e 1000;
- Realizar divisão por meio de técnicas convencionais sendo o divisor um número menor que 10;
- Resolver problemas envolvendo dúzia, meia dúzia e cento;
- Relacionar as idéias de dobro, triplo com a multiplicação correspondente;
- Calcular resultados das quatro operações com números decimais na resolução de situações-problema;
- Relacionar a divisão exata com a multiplicação;
- Utilizar as quatro operações na resolução de situações-problema;
- Compor e decompor as diversas ordens;
- Elaborar situações-problema envolvendo técnicas operatórias convencionais;
- Reconhecer frações equivalentes a uma fração dada;
- Diferenciar parte de um todo, numerador, denominador, fração própria e imprópria;
- Identificar parte de um todo, numerador, denominador, fração própria e imprópria.
Espaço e forma
- Relacionar um sólido geométrico à planificação de sua superfície e vice-versa;
- Identificação das planificações com os sólidos geométricos correspondentes e vise-versa;
- Utilizar estratégia pessoais na montagem de sólidos geométricos a partir de planificações;
- Reconhecer linhas curvas (fechadas, abertas, simples e não-simples);
- Identificar reta e segmento de reta;
- Diferenciar reta e segmento de reta;
- Identificar retas concorrentes e paralelas;
- Identificar os tipos de ângulos (reta, obtuso,ângulo);
- Classificar os polígonos (triângulos. Quadriláteros, pentágonos e hexágonos);
- Reconhecer figuras planas e não planas;
- Construir estratégias para o cálculo do perímetro das figuras planas.
Grandezas e forma
- Utilizar diferentes unidades de medida de tempo (horas,minutos,segundos,dia,mês,ano).
- Comparar diferentes unidades de medida de tempo (horas,minutos,segundos,dia,mês,ano).
- Reconhecer as relações entre horas,minutos e segundos.
- Identificar diferentes unidades de medidas do tempo.
- Utilizar diferentes unidades de medida de tempo.
- Utilizar instrumentos de medida de tempo como:ampulhetas,relógio analógico relógio digital
- Fazer leitura de calendário.
- Relacionar diferentes unidades de medidas de massas de massa e capacidade.
- Identificar e resolver situações-problema envolvendo medidas.
- Resolva situações-problemas envolvendo medidas de comprimento(cm,m,km).
- Utilizar régua adequadamente.
Tratamento da Informação
- Ler,identificando e elaborando lista e tabelas simples.
- Ler ,interpretando dados apresentando por meio de lista,tabelas,diagramas e gráficos.
- Organizar dados apresentados por meio de lista,tabelas,digramas e gráficos.
- Elabora tabelas e gráficos de barras através de dados coletados e/ou de situações problema.
CIÊNCIAS
1º Bimestre
Ciência, tecnologia e sociedade
- Compreendendo a ciência por meio da tecnologia: objeto que o ser humano criou para suprir necessidades de sua época( as invenções)
Terra e Universo
- Observando o céu: a lua, o sol, as estrelas;
- Orientação no tempo e no espaço usando o sol, a lua e as estrelas como referência;
- Movimentos de rotação e a relação com os ritmos diários dos seres vivos;
- Movimento de translação com os ritmos anuais dos seres vivos.
2º Bimestre
O ser humano e o ambiente
- Diversidade dos seres vivos nos ecossistema do município;
- Preservação e conservação dos recursos naturais do município;
- Proteção do patrimônio cultural do município;
- Destino correto do lixo no município: redução, reutilização e reciclagem;
- Uso racional da água.
3º Bimestre
Ser humano e saúde
- Transmissão, preservação e tratamento às doenças mais comuns no município;
- Prevenção a acidentes de trânsito no município;
- Conhecendo os profissionais da saúde do município: médicos, dentistas, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, outros.
4º Bimestre
Ser humano e saúde
- Hábitos alimentares saudáveis;
- Tipos de alimentos reguladores, construtores e energéticos;
- Higiene: mental, física, ambiental, social e alimentar.
Competências/Habilidades – Ciências
- Conhecer, comparando as inversões produzidas pelo ser humano ao longo da história;
- Observar, comparando e relatando fenômenos que envolvem a lua,o sol e as estrelas;
- Demonstrar formas de orientação no tempo e no espaço usando o sol, a lua e as estrelas como referencia;
- Compreender a movimentação da terra (rotação e translação) e comparar com os ritmos diários e anuais dos seres vivos;
- Comparar a diversidade dos seres vivos nos diferentes ecossistemas do municípios;
- Compreender a importância da preservação e da conservação dos recursos naturais do município;
- Compreender a importância da proteção ao patrimônio cultural do município;
- Conhecer a destinação correta do lixo no município;
- Compreender a importância do uso racional da água
- Conhecer os métodos de transmissão, prevenção e tratamento às doenças mais comuns no município;
- Compreender a relação entre a higiene corporal e a aquisição de doenças;
- Compreender a importância da prevenção a acidentes no trânsito no município;
- Identificar os profissionais d saúde do município;
- Conhecer diferenciando os tipos de alimentos quanto as suas funções;
- Compreender a trilarão entre a higiene mental, física, ambiental, social alimentar e a aquisição de doenças;
- Demonstrar conhecimentos ES relação a atitudes favoráveis a saúde em relação a alimentação e quanto a higiene mental, física, ambiental e social.
HISTÓRIA
1º Bimestre
História do cotidiano local
- História do município (chegada dos fundadores e ocupação do município);
- A evolução política, econômica e social do município;
- Principais grupos sociais da história do município.
2º Bimestre
História do cotidiano e do local
- A administração municipal: poder executivo, poder legislativo e poder judiciário (composição e atribuições);
- Lei Orgânica do município (análise e discussão dos principais aspectos).
3º Bimestre
História e cotidiano local
- Formação da população do município;
- Principais correntes migratórias ocorridas no município;
- Herança cultural do município.
4º Bimestre
História cultural do município
- Marcos e monumentos históricos do município;
- Traços marcantes da arquitetura do município;
- Símbolos do município (bandeira, brasão e hino).
Competências/Habilidades – História
- Conhecer a história do município relacionando-a com a História de Mato Grosso do Sul;
- Conhecer a composição e atribuições dos poderes na administração municipal;
- Conhecer as leis que regem o município;
- Reconhecer os grupos formadores da população do município;
- Seriar as diferentes imigrações que deram origem à formação do município;
- Conhecer os aspectos marcantes da arquitetura do município;
- Conhecer os símbolos do município.
GEOGRAFIA
1º Bimestre
Iniciação à cartografia
- Mapas e plantas;
- Elementos de um mapa;
- Legenda;
- Espaços regionais.
2º Bimestre
Espaço do município
- Localização;
- Limites e fronteiras;
- Da planta ao mapa do Município;
- Funções dom espaço urbano do Município;
- Comparação entre os espaços urbano e rural do Município.
3º Bimestre
Quadro natural do Município
- Formação e transformação do relevo;
- Relevo e agropecuária;
- Importância e preservação dos rios;
- Paisagem vegetais e suas mudanças.
4º Bimestre
Economia e trabalho no Município
- Urbanização;
- O trabalho humano;
- Atividades econômicas;
- Setores de economia;
- Atividades turísticas do Município.
Competências/Habilidades-Geografia
- Reconhecer a importância dos mapas, plantas e legendas;
- Elaborar legenda simples;
- Identificar elementos de um mapa;
- Identificar diferentes tipos de espaço do Município;
- Localizar o município no estado, país e continente;
- Diferenciar conceitos de fronteiras e limites;
- Elaborar mapas do município;
- Identificar funções do espaço urbano e rural;
- Caracterizar principais aspectos físicos do município
- Reconhecer que a atividade agropecuária transforma o relevo;
- Reconhecer a importância dos rios;
- Relatar as mudanças ocorridas na paisagem do município;
- Valorizar as atividades turísticas do município;
- Reconhecer a atividade turística como fonte econômica e de lazer.
AVALIAÇÃO
O processo avaliativo será afetado de maneira continua, para reconhecer o nível de competência do aluno, seus interesses, motivações, dificuldades e avanços individuais e/ou coletivos, bem como mudanças de comportamentos e participação nas atividades realizadas em sala de aula.
Quem sou eu
- Guta Rocha
- Professora graduada no Curso Normal Superior pela Universidade de Uberaba-MG,pós-graduada em Coordenação Pedagógica-UFOP-MG, atuando na área de Ensino Fundamental e Médio.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Para Sala de Aula
Calculando com o Material dourado...
Planejamento para disciplina de Matemática – 5º Ano do Ensino Fundamental I.
Planejamento para disciplina de Matemática – 5º Ano do Ensino Fundamental I.
Disciplina: Matemática
Conteúdo: Contagem
Ano de ensino: 5º ano
Tema: Calculando com o Material dourado...
Conteúdo: Contagem
Ano de ensino: 5º ano
Tema: Calculando com o Material dourado...
Objetivo:
Explorar o Material dourado para realizar as operações de soma dos algarismos.
Explorar o Material dourado para realizar as operações de soma dos algarismos.
Material:
Material dourado, folha, caderno, lápis e borracha.
Material dourado, folha, caderno, lápis e borracha.
Conhecimento prévio:
É necessário que os alunos tenham conhecimento da soma dos algarismos.
É necessário que os alunos tenham conhecimento da soma dos algarismos.
Atividade motivacional:
Conversar com a turma a respeito do Material dourado e explicar que será utilizado esse recurso para resolver as operações propostas. Enquanto isso passe o Material dourado para que os alunos tenham um primeiro contato.
Conversar com a turma a respeito do Material dourado e explicar que será utilizado esse recurso para resolver as operações propostas. Enquanto isso passe o Material dourado para que os alunos tenham um primeiro contato.
Mostre imagens retiradas da internet, como:

Agora decomponha os números abaixo:
Exemplo:
Exemplo:
76 - 984 - 2031 - 1320 - 2983 - 7496
Avaliação: Sugestão de atividades
Matemática
1) Decomponha os números:
a) 88
b) 165
c) 387
d) 21
e) 1684
f) 3847
g) 598
h) 2583
a) 88
b) 165
c) 387
d) 21
e) 1684
f) 3847
g) 598
h) 2583
2) Agora, decomponha-os em centenas e unidades:
Ex: 3847 = 38 centenas e 47 unidades
Ex: 3847 = 38 centenas e 47 unidades
3) Agora, em apenas dezenas e unidades.
Ex: 1684 = 168 dezenas e 4 unidades
Ex: 1684 = 168 dezenas e 4 unidades
4) Utilizando apenas os algarismos 0, 4, 5 e 9 faça o que se pede:
a) Escreva um número em que:
- o valor do algarismo 4 seja 400;
- o valor do algarismo 5 seja 5000;
- o valor do algarismo 9 seja 9;
O número que formou é:
b) Escreva outro número formado por 45 centenas e 90 unidades.
a) Escreva um número em que:
- o valor do algarismo 4 seja 400;
- o valor do algarismo 5 seja 5000;
- o valor do algarismo 9 seja 9;
O número que formou é:
b) Escreva outro número formado por 45 centenas e 90 unidades.
c) Quantos cubos? Observe os sólidos geométricos e responda.
- Quantos cubos formam esses sólidos?
- Quantos cubos formam esses sólidos?
Sugestão de site para saber mais sobre o Material dourado: http://www.somatematica.com.br/artigos/a14/
Criado por Ana Paula Lohn e Fernanda França. Janeiro/2010
Para Sala de Aula

Tecnologia móvel: uma aliada no ambiente educacional
Até há pouco tempo, o único canal de relacionamento existente dentro do ambiente educacional eram cadernos com recados da direção para os pais dos alunos.
Até há pouco tempo, o único canal de relacionamento existente dentro do ambiente educacional eram cadernos com recados da direção para os pais dos alunos.
Ao contrário do que muitos pensam, o celular não precisa ser um problema dentro da educação
De acordo com o estudioso André Pestana, no passado, a escola tinha um organograma inflexível, rígido e vertical. Hoje, ela é distribuída por setores, tem flexibilidade e mobilidade. Além disso, antes havia pouca valorização do ser humano. Ao contrário, atualmente, o relacionamento é humanizado e há preocupação com o indivíduo, ou seja, o homem volta a ocupar um espaço significativo; a estar no centro da questão (PESTANA, 2008). E isso faz toda a diferença quando se considera também a evolução da tecnologia, pois, a cada dia, ela é mais individualista e direcionada.
Os meios de comunicação estão presentes no cotidiano dos alunos. Procurar entendê-los e não negá-los é a saída para percorrer um novo trajeto. Dentro dessa perspectiva, percebe-se a importância da presença de práticas educomunicativas e não apenas ações pedagógicas isoladas, seja em sala de aula ou na gestão de uma instituição educacional. Afinal, o processo de reflexão sobre a área da comunicação/educação deve ser entendido como estratégia valiosa, principalmente, para os gestores educacionais.
As potencialidades das atuais tecnologias são temas de discussão em ambientes acadêmicos por suas principais características: o imediatismo e a instantaneidade. Marshall McLuhan (1964) defende os meios como extensão do homem. Na era atual, as teorias desse pesquisador se realizam e se renovam. Elas podem ser conferidas por meio da tecnologia da informação, que se tornou indispensável desde o advento da internet, pois se adapta ao homem por meio da mobilidade, um sonho muito antigo da humanidade.
Dentro dessa perspectiva, é notável que a tecnologia da informação alie-se à comunicação para fazer parte do cotidiano da humanidade. Um exemplo de canal de comunicação que reflete essa junção é o aparelho celular. Recentemente, ele tem sido visto, pelas empresas, como o objeto de interação com o público quando o assunto é comunicação e informação.
Para que isso acontecesse, o celular precisou evoluir e receber adaptações. Além de funcionar como telefone, para recebimento e realização de chamadas, passou a cumprir as tarefas dos computadores, por exemplo, com o acesso à rede mundial de computadores, a internet. Desse modo, esse aparelho permite a interatividade, indo além da tríade linear da comunicação de massa que envolve o emissor-mensagem-receptor, incluindo mais uma etapa: o feedback. Rompe, assim, a barreira que o indivíduo tinha de apenas absorver conteúdos, sem criar um relacionamento ou vínculo com ele.
Mclhuan – teórico dos meios de comunicação e precursor dos estudos midiológicos – destaca, principalmente, que o meio é a mensagem, o que significa, em termos da era eletrônica, que já se criou um ambiente totalmente novo. O “conteúdo” desse novo ambiente é o velho ambiente mecanizado da era industrial”. (1964, p. 12). Desse modo, percebe-se que o surgimento da educomunicação aconteceu no exato momento em que as pessoas, estudantes, tiveram o acesso aos canais de comunicação e à informação.
Assim, o conceito hoje, constituído por Mcluhan para educomunicação, propõe, na verdade, a construção de ecossistemas comunicativos abertos, dialógicos e criativos, nos espaços educativos, quebrando a hierarquia na distribuição do saber, justamente pelo reconhecimento de que todas as pessoas envolvidas no fluxo da informação são produtoras de cultura, independentemente de sua função operacional no ambiente educacional. Além, claro, de que todas elas têm acesso a canais que permitem a comunicação e a interação. De acordo com Rego (1986), se alguns poderes legitimam a empresa, a comunicação exerce igualmente um certo e grande poder.
Segundo pesquisa realizada pelo instituto Synovate, o celular é o item tecnológico onipresente entre jovens e adultos do Brasil, da China e do Reino Unido. O levantamento sobre hábitos de consumo foi feito com 432 jovens de cada país. O resultado aponta que 90% dos jovens pós-adolescentes já têm celular e 24% planejam comprar um novo. Intensificando no terreno do Brasil, a pesquisa aponta que 95% dos jovens brasileiros possuem celular e 17% não vivem sem celular (Revista Época Negócios, 2009, p. 32).
Por permitir o relacionamento interativo, esse canal está sendo estudado por alguns poucos especialistas em mobile marketing, como Fernando Román. Essa área visa principalmente ao público jovem, a geração tecnológica. Por conta disso, cabe às instituições educacionais a análise dessa nova possibilidade que se abre dentro do marketing de relacionamento, por meio da educomunicação.
Ao contrário do que muitos pensam, o celular não precisa ser um problema dentro da educação. Como canal de comunicação, pode ser útil, ágil e de baixo custo, além de estar dentro do conceito de educomunicação, que aponta que sua relação com a tecnologia está na razão direta da liberdade de expressão e da possibilidade do acesso à educação, por exemplo. Assim, seu uso permite a quebra da hierarquia na distribuição do saber, justamente pelo reconhecimento de que todas as pessoas envolvidas no fluxo da informação são produtoras de conteúdo e cultura, independentemente de sua função operacional no ambiente escolar.
A educomunicação, nesse cenário, pode ser utilizada como uma ferramenta de gestão educacional. Por meio de canais e ferramentas de comunicação, a educação pode tomar rumos que favorecem a cidadania e a democratização da informação. Com o uso das novas tecnologias, isso se torna possível e viável por meio do marketing de relacionamento e do mobile marketing. Isso porque a cada dia torna-se perceptível a importância da educação colocar um olhar mais analítico sobre as necessidades e costumes dos indivíduos que estão em seu contexto – pais, alunos, professores, educadores, gestores educacionais – entendendo como ele consome os produtos e serviços oferecidos por ela.
Diante dessas mudanças, há que se pensar que a escola não pode ficar ausente às transformações proporcionada pelas novas tecnologias (que aconteceram, acontecem e virão acontecer num futuro muito próximo). De acordo com Pestana, uma gestão educacional moderna “pressupõe diálogo, abertura e, principalmente, participação: alunos, pais, professores e sociedade” (2008, p. 35).
E, justamente esse público merece atenção quanto ao uso de tecnologias individuais, como o de celular smartphone, por exemplo. Esse aparelho eletrônico tem a capacidade de acesso à internet, promovendo o mundo na palma da mão do usuário. Para contribuir ainda mais, suas ferramentas proporcionam interatividade, via SMS (mensagens multimídia), mensagens de texto, programação de agenda, arquivamento de documentos de texto, imagens, vídeos, planilhas, jogos e muito mais.
Com a tenologia móvel isso se amplia e aproxima-se a produção da informação à cidadania. Ao mercado educacional, a realidade não se apresenta diferente, a cada dia, a tecnologia móvel oferece algo novo e inovador. O mais recente, a criação das plataformas denominadas mobile learning, utilizada no Brasil pela operadora de telefonia celular, Vivo, para o ensino do idioma inglês; Além disso, há as “simulações participativas” (Revista Veja, 2009), nas quais os estudantes atuam ativamente na construção de conteúdos e conhecimento, além de tornarem-se atores sociais da democraticação da informação. Isso exemplifica que a tecnologia do smarthphone vem tornando-se um canal interessante para ser explorado pelos gestores educacionais.
O que se conclui é que fugir dessas tecnologias não é mais uma alternativa para quem se encontra em qualquer ramo de negócio. A gestão educacional precisa compreender as tecnologias móveis e as profundas transformações e mudanças que resultam do surgimento e aperfeiçoamento delas – tanto no comportamento e nos hábitos de consumo de jovens e adultos como em toda a sociedade.
ENSINAR É UM REFLEXO DE APRENDER
Para Sala de Aula

Eles sabem demais, eu sei de menos? Isso realmente é verdade?
Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Parece que eles sabem mais do que nós...
Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Parece que eles sabem mais do que nós...
Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro!
Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contemporânea, somos tentados a chamar “alguém mais novo” para nos auxiliar. Seja no celular, no computador, no DVD (que virou Blue Ray), no GPS... Parece que eles sabem mais do que nós... Quem já viu um adolescente lendo um manual de instruções?
De fato, em comparação às gerações anteriores, os jovens de hoje têm um conhecimento inato acerca dos recursos tecnológicos contemporâneos. Nascem “alfabetizados digitalmente” e são surpreendentes de modo geral.
De modo intuitivo ou empírico, todos vêm sentindo essas diferenças. Muito se deve às tecnologias contemporâneas. Os alunos parecem ser naturalmente plugados, conectados. A geração C – Geração do Conhecimento, da Conectividade, da Comunicação.
Nós, ao contrário, somos frutos de uma educação tecnicista, compartimentada, analógica por assim dizer, anterior a todo esse movimento.
As consequências são óbvias: sentimo-nos diferentes dos alunos e, às vezes, parece-nos que eles, nesse assunto, sabem muito mais do que nós.
Vamos por partes...
Diferentes? Sim. Sabemos menos? Depende. Tem solução? Com toda certeza.
Para entender a complexidade dessa questão, é preciso analisar as diferenças das gerações. Enquanto nossa educação e vivências nos proporcionaram uma visão verticalizada dos conhecimentos e das nossas habilidades, nosso aluno tem uma visão horizontal. E além de horizontal, inter- -relacionada.
Nós executamos uma tarefa de cada vez, com grande dose de concentração, enquanto os jovens são multitarefeiros: estão plugados na web, navegando em sites, fazendo download de músicas e vídeos, teclando com 15 pessoas ao mesmo sobre assuntos diferentes no MSN, atualizando a página do ORKUT, com a TV e o rádio ligados e de quebra, ainda estão realizando as tarefas escolares ou estudando para as provas...
É preciso desmistificar essa ideia de que eles sabem mais. Nossos alunos têm conhecimentos e habilidades diferentes dos nossos. Precisamos compartilhar e trocar com eles. Buscar entender como essas cabecinhas funcionam, qual lógica e qual linha de raciocínio utilizam... Precisamos nos aproximar dos nossos alunos, conhecendo o mundo digital em que vivem, respeitando e valorizando o conhecimento deles e fortalecendo e estreitando as relações.
Do mesmo modo, devemos compartilhar com eles as nossas habilidades, em especial a de concentração que, cá entre nós, tem estado ausente da vida dos nossos pupilos.
Enfim, concluo este artigo com um convite à reflexão, partilhando um pensamento atribuído a Alfredo Martini Júnior
Enfim, concluo este artigo com um convite à reflexão, partilhando um pensamento atribuído a Alfredo Martini Júnior
"Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro! Quem ensina está aprendendo! Quem aprende está ensinando!"
Assinar:
Postagens (Atom)