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Professora graduada no Curso Normal Superior pela Universidade de Uberaba-MG,pós-graduada em Coordenação Pedagógica-UFOP-MG, atuando na área de Ensino Fundamental e Médio.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

MÊS DE JUNHO ESTÁ CHEGANDO!!!
Em toda festa de São João, tem foguete, tem balão, no arraiá muito quentão e a sanfona não para não...





RECEITAS  JUNINAS

 Paçoca de Leite Moça e Nescau
Ingredientes
  • 1 pacote de Biscoito de Maisena Tostines
  • ½ de amendoim torrado e moído
  • 5 colheres (sopa) de Nescau
  • 1 lata de Leite Moça
Modo de Preparo
Bata no liquidificador ou no processador o biscoito e o amendoim, até obter uma farofa. Coloque em um recipiente, junte o Nescau e o Leite Moça, mexendo bem para que fique homogêneo. Despeje em um recipiente refratário pequeno (16x26cm), nivele bem, pressionando com as costas de uma colher e deixe repousar por cerca de meia hora. Corte em quadradinhos e sirva.
Segunda Receita:
Ingredientes
  • 4 xícaras (chá) de amendoim torrado e descascado
  • 2 xícaras (chá) de farinha de mandioca torrada
  • 1 xícara (chá) de açúcar refinado
  • 1 colher (chá) de sal
Preparo 
Coloque todo o amendoim no processador até que o mesmo fique totalmente triturado, com textura de pasta de amendoim. Em seguida, acrescente o restante dos ingredientes e envolva bem.
Para finalizar, soca-se novamente ate ficar bem homogêneo e com textura úmida.

Cajuzinho

CajuzinhoQue tal cajuzinho na festa junina? Essa é uma receita básica.
Ingredientes
  • 2 latas de leite condensado
  • 1 pacote de amendoim moído sem casca
  • 4 ovos
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
Modo de Fazer
Misture o leite condensado, os ovos e a farinha e leve ao fogo. Vá mexendo até atingir o ponto de enrolar. Misture o amendoim e deixe esfriar. Enrole os docinhos e passe no açúcar.


Pé-de-Moleque de MicroondasIngredientes
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • ½ xícara (chá) de glucose de milho tipo Karo
  • 1 e ½ xícara (chá) de amendoim cru
  • 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
  • 1 colher (café) de essência de baunilha
  • Manteiga para untar
Modo de Fazer
Em uma fôrma própria para microondas untada, coloque o açúcar, a glucose, e o amendoim. Leve ao microondas, em potência alta, por 8 minutos, mexendo a cada 2 minutos. Retire, coloque o bicarbonato, a baunilha e mexa rapidamente. Espalhe sobre uma superfície lisa e seca untada. Deixe amornar e corte em quadrados.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Zequinha, o espantalho fujão



Zequinha, o espantalho fujão

Numa distante fazenda, morava Dona Cota e sua netinha Mariazinha.
Lá havia muitas plantações, mas os passarinhos não davam sossego a ninguém.
Quando os lavradores semeavam os grãos, logo depois, os passarinhos estragavam todo o trabalho, revolvendo a terra e comendo todas as sementes.
Por isso, Dona Cota resolveu fazer um espantalho com a ajuda de Mariazinha.
Elas utilizaram bastante palha de milho, que foi colocada dentro de uma roupa velha, formando o corpo do espantalho.
Depois, pregaram botões no lugar dos olhos e, para terminar, Mariazinha colocou na cabeça do espantalho um chapéu de palha.
Até que ficou bem bonitinho.
Elas lhe deram o nome de Zequinha.
O espantalho foi colocado no meio de uma plantação que havia na fazenda.
Lá ficava ele, com os braços abertos debaixo de sol ou de chuva espantando os passarinhos.
Mas, Zequinha já estava cansado de ficar ali, dias e dias sem fazer nada, só tomando conta da plantação.
Um dia, Mariazinha estava colhendo algumas espigas de milho para a vovó Cota, quando passou perto do espantalho.
Nisto, ela ouviu um suspiro e, logo depois, uma voz muito fininha que dizia:
- Ai... Ai... Como estou triste!...
A minha vida é tão sem graça...
Mariazinha levou um susto tão grande, que sentiu um arrepio dos pés a cabeça.
Olhando para todos os lados e não vendo pessoa alguma, gritou apavorada:
- Quem está aí? Não estou vendo ninguém!
Mariazinha ficou mais apavorada ainda, quando viu que era o espantalho que lhe falara.
O espantalho repetiu:
- Como estou triste! A minha vida é tão sem graça...
A menina perguntou:
- Por que você está triste Zequinha?
- Eu estou triste, porque vivo aqui, preso nesta plantação e não posso ir onde eu quero. Já estou cansado de ser espantalho. Quero ser como você. Andar por aí observando todos as coisas belas que existem no mundo e conhecer outros lugares.
Mariazinha ficou com muita pena de Zequinha e resolveu ajudá-lo.
Ela propôs a Zequinha:
- Olhe, eu tenho uma ideia genial!
Quando a noite chegar, eu virei aqui para soltá-lo, para que você possa, então, ir onde quiser.
Assim, quando a noite chegou, Mariazinha foi até a plantação e soltou o espantalho Zequinha, que saiu saltitando todo feliz com a liberdade que conquistara.
Os lavradores é que não entenderam o que aconteceu.
Depois que o espantalho Zequinha fugiu, os passarinhos sumiram dali.
Eles não sabem que agora, Zequinha vive pelos campos, espantando todos os passarinhos que encontra nas plantações.

Gerusa Rodrigues Pinto

Para  colorir:

Que  fofura!!!
NO REINO PERDIDO DO BELELÉU
 É um livro infantil, indicado para as idades de 9 e 10 anos. 



Autor: Maria Heloisa Penteado
Coleção: Barra-Manteiga
Páginas: 80
Sinopse: Tudo que se perde vai parar no Beleléu. Como fazer para encontrar um lugar que nem existe nos mapas? Esse livro conta a história de um menino desorganizado (Zé Léo) que deixa seu quarto uma bagunça e de tanto perder as coisas acaba indo parar também no Reino Perdido do Beleléu. Lá ele encontra uma rainha má (Maria Porunga III) que não a quer deixar voltar para casa.



terça-feira, 22 de maio de 2012

ATIVIDADES MEIO AMBIENTE



            DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE- 5 DE JUNHO


Tema: CORDEL

Meio Ambiente

Resolvi trazer  um tema
Sobre o meio ambiente
O aquecimento global
E de que é consequente
Como o campo contribui
Soltando seus poluentes.

Todos estamos passando
Por momentos complicados
Por onde se anda vê
Sujeira pra todo lado
Ninguém tá se preocupando
Mas o mau se espalhando
Do litoral ao cerrado.

Este grande aquecimento
É a prova cabível
Que a ação do homem é
Uma força destrutível
Onde ele põe a mão
Destrói a vegetação
A água e o combustível.

Onde tinha muita planta
Agora se vê deserto
Então nós nos perguntamos
Será que tudo isto é certo?
Cadê nossos animais
Pebas, tatus e preás?
Ninguém não vê mais por perto.

Não os vê mais simplesmente
Por causa da extinção
Aonde tinha fartura
Alimento de montão
Hoje tudo é decadente
Da carne ao seu nutriente
Dos animais do sertão.

As cidades poluem muito
Mas o campo, nessa briga
Pois estamos destruindo
Da melancia à urtiga
É através dessas coisas
Que muitas plantas do mato
Não dá pra nossa barriga.

O combustível do mundo
Aos poucos vão se acabando
Com esse aquecimento
A terra vai se rachando
Se não aramos agora
Nossa água vai embora
Pois está se evaporando.

Os raios batem na terra
E não conseguem voltar
Todos vão se acumulando
Fazendo pressão no ar
É esse aquecimento
Que no decorrer do tempo
Não iremos controlar.

O campo é uma vítima
Do aquecimento voraz
Os nutrientes da terra
Já não dão bons vegetais
Um solo que foi potente
Hoje rejeita a semente
Já não quer produzir mais.

As queimadas se alastrando
Devoram tudo que resta
A derrubada das árvores
Mutila nossa floresta
Com o solo maltratado
Msmos endo ele aguado
Nada que nasce ali presta.

O campo também polui
E ninguém mostra receita
Que possa curar de vez
As dores deste planeta
Mas uma é bem certa
Se a terra ficar deserta
A coisa fica mais preta.

Um ar puro é necessário
Pra limpar nosso pulmão
Mas uma coisa é bem certa
Quero que preste atenção
Se a cidade não mudar
E o campo não ajudar
Nada tem mais salvação.

Esta é a minha mensagem
Que vem do meu coração
O meu nome é Maciel
Sou do sítio permissão
Que pertence a Janduís
D’um povo bom e feliz
Longe da poluição.


de Marcos Maciel - Cordel Sertão de Jovens
Janduís - RN - por correio eletrônico