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Professora graduada no Curso Normal Superior pela Universidade de Uberaba-MG,pós-graduada em Coordenação Pedagógica-UFOP-MG, atuando na área de Ensino Fundamental e Médio.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

DINÂMICAS PARA O DIA DO MEIO AMBIENTE
"Quando deixaremos de ter um  MEIO-ambiente e obtê-lo por INTEIRO?"





O boneco

Dinâmicas de Identidade e Valores, preservação da biodiversidade
Dividir os participantes em seis subgrupos. Cada um ficará responsável por uma parte do boneco: cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés.
     Cada grupo desenhará uma parte do corpo e terá duas perguntas para responder. As respostas devem ser registradas nos cartazes juntamente com o desenho. Para que os grupos tenham uma visão geral da dinâmica, é importante que se leiam todas as perguntas antes de iniciar o trabalho.
a) Cabeça: Qual a realidade ambiental que vemos? O que escutamos da sociedade sobre a preservação da biodiversidade?
b) Tronco: O que sentimos sobre a degradação ambiental? O que sentimos sobre o papel do estudante na preservação da biodiversidade?
c) Braços: Até onde podemos alcançar com nossa ação? Com quem (pessoas, entidades etc.) podemos andar de braços dados na preservação da biodiversidade?
d) Mãos: Quais os compromissos que podemos firmar enquanto grupo na preservação da biodiversidade? Quais as ferramentas que temos disponíveis na escola para divulgar nossas ideias?
e) Pernas: Que caminhos queremos tomar no desenvolvimento de ações de preservação da biodiversidade? Qual o suporte (pessoas, materiais, finanças etc.) que temos para desenvolver uma ação?
f) Pés: Que ações podemos realizar envolvendo nossa escola na preservação da biodiversidade? Que resultado desejamos com nossa ação?
 Dinâmica publicada junto ao artigo "Semana do Estudante e da participação juvenil" na edição nº 379, jornal Mundo Jovem, agosto de 2007, página 3. Fonte: Extraída da cartilha "Semana do Estudante - Há que se cuidar da vida", 2007. PJE-PJB.

O valor de uma vida

Dinâmica - Aprendendo o cuidado com os seres vivos.
Na praia a menina achou uma concha,
Uma conchinha lindinha de arrepiar.
No dia seguinte, as suas amigas
Daquela conchinha iriam gostar.
Mas dentro da concha havia um bichinho,
Vivo, vivinho, a respirar.
“Se eu levo essa concha”, pensou a menina,
“A vida do bicho vai se acabar”.
“Se eu levo essa concha o bicho não vive,
mas minhas amigas vão me elogiar.”
“Se eu levo essa concha, se eu mato esse bicho,
com esse elogio, eu vou me alegrar?”
“Se eu deixo a conchinha, se eu salvo uma vida
ninguém vai saber, mas eu vou gostar.”
Então a menina, com muito cuidado,
Deixou a conchinha nas águas do mar... 
Pedro Bandeirapoeta e escritor.

Contando histórias

Dinâmica - resgatar contos,lendas,poemas etc relacionados ao meio ambiente.
- Escrever um conto ou poema ilustrado sobre o meio ambiente, podendo usar a experiência ou somente a imaginação. Organizar um momento para a leitura e partilha destas produções.

- Pesquisar lendas da região que fazem relação com o meio ambiente. Recontá-las e adaptá-las à atual conjuntura.

- Convidar algum folclorista ou artista popular para contar lendas e histórias da sua região sobre o tema ambiental. Envolver crianças, adolescentes e jovens em encenações adaptadas aos dias atuais.
Trilha ecológica
Dinâmica - Buscar saídas para desafios ecológicos.
Este jogo tem por objetivo incentivar a pensar os desafios ecológicos de modo coletivo.

Materiais: dois dados, dois jogadores, uma trilha (caminho) desenhada com giz.

1 - Preparação:

Formar dois grupos. Cada grupo tem a tarefa de destacar cinco problemas ambientais, e pesquisar três alternativas de soluções sustentáveis para cada desafio.
Ex: poluição; lixo; aquecimento global; desertificação; alterações climáticas; extinção de espécies etc.

 As soluções devem ser encontradas pelo grupo e reveladas só no momento do jogo.

2 - Jogo:

Desenhar uma grande trilha no chão e espalhar os desafios. Cada grupo escolhe o seu jogador e o seu peão. Dada a ordem, o primeiro jogador lança o dado para ver quantas casas vai avançar. Ele precisará resolver junto com o seu grupo a situação-problema ou desafio indicado na casa onde parou. A resposta deve ser aceita pelo grupo opositor. Se acertar, permanece na nova posição e se errar volta para posição anterior. Vence o grupo que encontra as soluções para os desafios ecológicos.
Blog de tudoparaorkutmsn : tudo para orkut e msn, Divisorias para Orkut, Etc
1 - Como era o ambiente quando você era criança? Uma reflexão através da foto de infância

Objetivos: promover o auto-conhecimento através de uma apresentação pessoal utilizando uma foto de quando os integrantes eram crianças; promover a reflexão acerca da época em que a foto foi tirada, lembrando do ambiente onde vivia na época e promover a reflexão sobre o nome próprio de cada um.
Material: uma foto de quando os participantes eram crianças (solicitar previamente).
Desenvolvimento: fazer um grande círculo e solicitar que cada participante pegue a sua fotografia. Um a um apresenta-se e fala sobre a etapa de sua vida em que a foto foi tirada – algo significativo que possa lembrar – e de como era o ambiente naquela época. Em seguida, solicitar que façam comentários sobre o seu nome: se gosta ou não e por quê; o que significa; quem escolheu (se o pai ou se a mãe).
Fechamento: o coordenador da atividade pergunta ao grupo o que cada um sentiu ao realizar a atividade.

2 – Identificando-se com um elemento da natureza

Objetivo: promover uma reflexão através da associação do perfil pessoal com algum elemento escolhido entre elementos naturais diversos.
Desenvolvimento: fazer um grande círculo e passar uma caixa contendo diversos elementos naturais, entre eles sugerimos: folhas secas, pedras, galhos, flores, areia, raízes, entre outros. Solicitar que cada participante escolha um dos elementos que tenha alguma relação com suas características pessoais. Após a escolha, solicitar que cada um fale sobre o porque da escolha.
 Fechamento: o coordenador pede que devolvam os elementos para a caixa e que cada um escreva uma mensagem sobre o que a atividade despertou em cada um. Pode ser uma frase, um pensamento, um conselho, etc. Em seguida, recolhe a frase, mistura-as e lê ao grande grupo. O grande grupo tentará identificar quem escreveu a frase.

3 - De olhos vendados

Objetivos: refletir acerca da sensação quanto a ser conduzido por alguém e quanto a conduzir alguém que esteja com os olhos vendados; e aguçar o sentido pelo tato e pelo olfato.
 Desenvolvimento: dividir a turma em dois grupos. Um dos grupos utilizará uma venda nos olhos. Cada um dos que estiverem sem a venda escolherá um dos vendados. Ao sinal do coordenador, os vendados serão conduzidos, pelo pátio, pelos que estiverem sem a venda. Os condutores pedirão para que toquem em elementos da natureza e que percebam as sensações através do toque e do olfato. Poucos minutos é o suficiente. Depois, invertem-se as vendas e realiza-se a mesma atividade por mais alguns minutos.
 Fechamento: ao terminar a atividade, discutir sobre o que sentiram com a experiência, e o que mais gostaram: se de conduzir ou se de ser conduzido, e quais as sensações sentidas.
  
4 – Completar as frases
  
Objetivo: promover a troca de idéias sobre questões ambientais através de uma brincadeira de completar frases de improviso:
 Desenvolvimento: em um grande círculo, o coordenador pede que cada um diga o número da frase que será completada, lê e completa a frase fazendo algum comentário. Em seguida o papel é passado para o próximo que lê a frase seguinte. O coordenador pode iniciar essa atividade. Abaixo seguem sugestões de frases que podem ser completadas
1. Quando penso no futuro do meio ambiente, eu vejo...
2. Quando estou em um parque, eu gosto de...
3. Quando entro num ambiente sujo, com muito lixo no chão, eu penso que...
4. As datas comemorativas servem para incentivar o...
5. Sinto-me mais feliz quando...
6. Neste momento, estou muito preocupado/a com a situação da...
7. Quando estou preocupado, geralmente eu...
8. O que mais me deixa triste em relação ao meio ambiente é...
9. Eu me sinto integrado a natureza quando...
10. Quando alguém desperdiça água, eu...
11.  No dia do Meio Ambiente, eu...
12.  Fico muito alegre quando...
13.  Tenho uma vergonha enorme de...
14.  O que mais me entristece é...
15.  Minha maior esperança é um dia...
16.  Às vezes, eu me sinto como se...
17.  Quando falam em poluição eu...
18.  Para mim, a reciclagem é...
19.  A vida é um bem precioso que deve ser...
20.  Quando leio nos jornais notícias sobre catástrofes ambientais, eu...
21.  Quando vou ao super mercado, eu...
22.  Eu colaboro com a natureza quando...
23.  Para mim o ambiente é...
24.  Tenho muito medo de...
25.  O desmatamento é triste porque...
26.  O que mais me irrita é...
27.  Adoro...
28.  Detesto...
29.  Acredito...
30.  Sobre o tráfico de animais silvestres penso que...
31.  Conscientização ambiental é...
32.  Ser ambientalmente responsável é...
33.  Para mim o maior problema ambiental é...
34.  Os acidentes de trânsito são uma conseqüência de...
35.  O desequilíbrio ecológico é quando...
36.  Sobre a alimentação, penso que os alimentos industrializados são...
37.  ...

 

5 - O que pensamos e sentimos em relação ao ambiente


Objetivos: promover a revelação de informações ou características ainda não conhecidas acerca dos membros do grupo, bem como integrar e proporcionar um melhor conhecimento sobre o meio ambiente.  
Material: cartelas previamente elaboradas, contendo uma pergunta (conforme lista de sugestões a seguir, outras a critério do facilitador ou levantadas pelo próprio grupo).  
Desenvolvimento:
a.Elaborar cartelas, previamente, contendo uma pergunta em cada.
b.Formar um círculo com os participantes, todos no chão, e colocar as cartelas no centro, com as perguntas viradas para baixo.
c.Explicar que cada cartela tem uma pergunta no verso.
d.Solicitar um voluntário e orientá-lo a pegar uma cartela e responder a pergunta que está nela.
e.Logo após, mais um voluntário, e mais outro, até que todos tenham participado.
 (Salientar que não há respostas certas ou erradas e que a intenção é somente proporcionar uma reflexão sobre as perguntas da dinâmica)

Sugestões de perguntas:


1. O que você faz para poupar água?
2. O que você pode fazer para poupar energia elétrica?
3. O que você pode fazer para diminuir a produção de lixo?
4. O que você faz para colaborar com o meio ambiente?
5. O que você mais gosta na natureza?
6. Você se considera parte da natureza? Por quê?
7. Qual a importância da água?
8. Qual a importância da terra?
9. Qual é o maior problema ambiental, para você?
10. A pobreza é um problema ambiental? Por quê?
11. A superpopulação é um problema ambiental? Por quê?
12. O que você pensa sobre pássaros em gaiolas?
13. O que você pensa sobre o consumismo?
14. Como você se sente quando vê pessoas com más posturas ambientais?
15. Qual o lugar que você mais gosta de estar? Por quê?
16. Para você, quais as diferenças entre viver em um ambiente urbano (cidade) e um ambiente rural (campo)?
17. Para você, por quê é tão difícil mudar hábitos e atitudes?
18. Você acha que a escola colabora com o meio ambiente?
19. O que você traz de lanche para a escola?
20. Você se preocupa com o meio ambiente? Por quê?

6 - Em três palavras – associando assuntos ambientais


Esta dinâmica de reflexão se presta para ocasiões em que não se tem muito tempo, mas se pretende dar oportunidade para que todos consigam expressar seu sentimento em relação a algum assunto sobre o meio ambiente. O coordenador escolhe um assunto, conversa sobre ele e solicita que cada participante diga três palavras que, segundo seu ponto de vista, mais se relacionam com o assunto. O coordenador pode escolher quantos assuntos quiser trabalhar, de acordo com o tempo que tem a sua disposição para a atividade.
Dinâmicas disponíveis no Projeto Apoema – Educação Ambiental


Dinâmica: LIXO contra MEIO AMBIENTE

- Participantes: Em torno de 20 pessoas.

- Tempo Estimado: 20 min.

- Modalidade: Meio Ambiente.

- Objetivo: Desenvolver uma preocupação de preservação do meio ambiente que vivemos e se preocupar com as pessoas que vivem em locais críticos como próximo de córregos e rios.

- Material: Um salão ou o próprio local fechado onde o grupo se reúne, vassouras de acordo c/ o número de participantes, pazinhas de lixo, 4 baldes pequenos com saco de lixo, bastante papel picado e sujeira de acordo com que você ache conveniente para jogar no salão, bancos e/ou cadeiras e um barbante um pouco maior que a largura da sala onde se aplicará a dinâmica.

- Descrição: Antes que o pessoal entre no salão, forme um espaço grande retangular dentro do salão com as cadeiras e/ou bancos. Espalhe o lixo de forma que todo o espaço que você formou tenha este lixo. Pegue os baldes e espalhe pelo salão, preferencialmente debaixo das cadeiras e/ou bancos de maneira que não fique muito oculto. Espalhe as vassouras e pazinhas de lixo próximo do local.
Divida o espaço em dois com o barbante. Verificando que o local está uma verdadeira sujeira, convida-os para oração inicial dentro do espaço com o lixo. Eles certamente não se sentirão à vontade, mas faça a oração inicial mesmo assim.
Logo depois o ANIMADOR explica que teremos uma dinâmica com dois times (sugestão: pode ser moças contra os rapazes), cada time deverá se livrar da sujeira antes do outro, aquele time que terminar delimpar antes será o vencedor. Enquanto eles estiverem limpando você escolhe duas pessoas (OS BAGUNÇADORES) de cada time para bagunçar e sujar a área do adversário, peça para espalhar a sujeira do outro, pegar o lixo que estiver no balde e espalhar novamente, fazendo com quê a turma empurre o lixo para a área do time adversário. Após um 15 minutos peça para todos pararem e sentarem (inclusive os BAGUNÇADORES) e inicie os questionamentos.

Possíveis questionamentos:

- Será que realmente nos preocupamos em zelar pelo nosso meio ambiente?

- Será que sempre tentamos nos livrar das sujeiras em frente da nossa casa empurrando o lixo para frente da calçada do vizinho, como hoje estávamos jogando o lixo na área do outro time?

- Será que ao se livrarmos dos nossos lixos nós se preocupamos em não deixar as águas das chuvas levar esses lixos para bueiros, córregos, rios etc. provocando enchentes e inundações nas casas das pessoas que moram em locais críticos ?

- Será que ao atirarmos um saco de lixo em terrenos baldios nós se preocupamos com os moradores ao redor que ficam expostos à proliferação de insetos e ratos, causando doenças à seus familiares?

- Será que quando chupamos uma bala, uma pastilha, um sorvete etc. nos preocupamos em jogar a embalagem no lixo ou desistimos rapidamente de achar um lixo e jogamos a embalagem no chão?

- Que tal ao vermos um de nossos amigos jogando a embalagem de bala no chão, chamássemos a atenção dele para guardar aquela embalagem no bolso até encontrar uma lixeira? Imagine se ele habitua-se a fazer isso e passar esses pensamentos aos conhecidos dele!



domingo, 3 de junho de 2012

DECORAÇÃO  JUNINA














Decoração de festas juninas - Flores feitas com forminhas de doce de papel - Créditos:mdemulher.abril.com.br











ORIGEM DAS FESTAS JUNINAS










As Festas Juninas aqui no Brasil têm sua origem nas festas populares de Portugal, dedicadas principalmente a Santo Antonio, São João e São Pedro. Pela tradição, a festa junina consiste em celebrar os bons resultados da colheita e também pedir que o próximo plantio traga bons frutos. No mês de junho predomina a colheita de milho, ingrediente utilizado na maior parte dos quitutes oferecidos nas Festas Juninas, como o curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho. Também fazem parte do cardápio junino outras preparações à base de produtos agrícolas cultivados pelos índios na época da colonização: amendoim, batata-doce, mandioca, arroz e abóbora. 
Essas delícias devem ser consumidas com moderação por quem precisa fazer controle do peso. Para quem está de dieta o melhor é fazer um lanchinho antes de sair de casa para evitar que fique com muita fome durante a Festa Junina, o que pode levar ao exagero. Uma outra dica importante é sempre prestar atenção na mastigação, para perceber os sinais de saciedade e assim saber o momento de parar de comer, controlando assim as escolhas e as quantidades. 
Para os corredores e maratonistas essas guloseimas são perfeitas como repositores de energia, por serem calóricas e por apresentarem em sua composição carboidratos de alto índice glicêmico. Ideais para serem consumidas após uma prova ou uma corrida prolongada. E mesmo assim, com cuidado porque muitas delas também são ricas em gorduras, como por exemplo a paçoca e o pé-de-moleque. Além disso, tanto os praticantes de esporte como aqueles que não o praticam podem aproveitar dos benefícios que cada ingrediente principal pode oferecer para a saúde: Milho: alimento energético, rico em fibras, vitaminas E (antioxidante), B1, B2, ácido pantotênico (com ação antiinflamatória e na manutenção do sistema nervoso central, além de participarem nos mecanismos de geração de energia celular). Deste cereal são feitos o curau, o bolo de fubá, a pamonha, o cuscuz, canjica, milho cozido, pipoca; Amendoim: Rico em ácidos graxos monoinsaturados (importante no controle entre as frações de colesterol), Ômega 3 (antioxidante e antiinflamatório), Vitamina E, Vitaminas do complexo B, selênio (aumenta a imunidade, previne câncer e doenças cardiovasculares, além de ser antioxidante) e magnésio (importante na fixação de cálcio nos ossos e dentes). Essa oleaginosa é pode ser consumida torrada ou usada no preparo de doces como a paçoca e o pé-de-moleque; Batata doce: Rica em carboidratos, vitaminas A (ação antioxidante, também mantém a integridade da pele e olhos), C (aumenta a absorção de ferro e participa da formação de colágeno), B1, B2 e B5, magnésio, fósforo (participa na contração muscular) e ferro (previne anemias). Pode ser servida assada ou usada como base para doces e bolos; Pinhão: Rico em carboidratos e pobre em gorduras, sua polpa é rica em ferro, fósforo, vitamina C, Vitaminas do complexo B e proteínas. Abóbora: Fruto rico em beta-caroteno (precursor da vitamina A), vitaminas do complexo B, fibras e ferro. 
Coco: Sua polpa é bastante calórica, rica em gorduras e fibras. É também fonte de potássio (auxilia no controle da pressão arterial e hidratação), sódio , cloro e fósforo. 



Amendoim doce crocante


Junho é o mês das festas juninas aqui no Brasil, um evento muito aguardado pelas crianças, que adoram brincar nas barraquinhas e ficam ansiosas para apresentarem a quadrilha para os pais e convidados. Mas para que a festa seja nota 10 , ela precisa ser planejada com bastante antecedência, pois há muitos detalhes para serem pensados: convites, decoração, bandeirinhas, barraquinhas, prendas, danças, musicas e cardápio típico.
Faz parte do cardápio junino o Quindão, pé-de-moleque, amendoim, pipoca, bolo de fubá, pinhão, milho cozido, pamonha, curau, cocada, quentão... entre outros.
A minha dica especial é o amendoim doce crocante que faz o maior sucesso.
Docinho, torradinho e crocante agrada a muitos paladares.
Para aqueles(as) que moram em outro país e nunca provaram deste sabor, ofereço esta sugestão.
INGREDIENTES

500 g de amendoim cru
2 xícaras de açúcar refinado
1 xícara de água
1 colher (sopa) de chocolate em pó
1 colher(sopa) de fermento em pó.
PREPARO
Em uma panela una todos os ingredientes.
Leve ao fogo e mexa sem parar. A calda irá espumar, depois diminuir de volume, engrossar e rapidamente irá secar fazendo com que os amendoins fiquem soltos na panela.
Chegando neste ponto, desligue a panela e despeje os amendoins em uma forma retangular e leve ao forno ( 125ºC) para torrar.
Deixe torrar por cerca de 15 minutos e durante este tempo mexa de vez em quando para misturar os amendoins de forma que torrem por igual.
Pronto, agora é só retirar do forno e deixe esfriar.

 





quinta-feira, 31 de maio de 2012


Amor não é docinho, bebê


Como o amor é banalizado nos dias de hoje! Adorei a crônica!!!


O amor está em maus lençóis. A paixão se encontra banalizada, numa rima pobre com liquidação. Saudade é coisa que passa com prozac e uma webcam qualquer. Se a felicidade já é quase um direito fundamental do ser humano, já já garantido por constituição, logo logo teremos umas nova leva de manifestantes se mobilizando em alguma occupymyheart da vida. E, o pior, uma safra de poetas adocicados e felizes-sem-fim se reproduz por osmose.
As crianças do meu tempo falávamos de ninjas e policiais e todos tinham na ponta da língua as técnicas para prender bandidos e invocar a poderosa Genki Dama. As crianças de hoje falam de amor com a mesma propriedade e profundidade. Ângelo Gaiarsa sofreria derrame pleural de ver tantos especialistas absolutos no mais obtuso e pantanoso campo da experiência humana.
O que mais me espanta nestes novos poetas da ágora virtual é a facilidade para falar de amor, alegria, gozo, prazer, satisfação. Não que não nos apaixonássemos no colégio e na faculdade, mas sabíamos a dor daquilo, sabendo-o efêmero e temerário. E atravessava-se todo o colegial com a mesma paixão a consumir tempo, sono e inúmeras resmas de papel, por fim destinadas ao lixo.
Hoje tenho visto gente dizendo “eu te amo mais que tudo” com lágrimas nos olhos para três ou mais em menos de um ano! E não que a pessoa seja falsa, leviana ou vulgar, ela apenas acha que toda sensação diferente de fome, sono e cansaço seja amar. E amar dessa maneira não encontra limites, nem fronteiras, virou até mote de empresa de celular (lógico que a rima não podia faltar).
E o amor passado? Não valeu, óbvio, porque a atual juventude amante aprendeu que o amor é uma sensação anfetaminizada e seus poetas estão sempre em busca da próxima dose, do próximo pico. Não cultivam mais carinho pela namoradinha do pré, não olham mais de rabo de olho ao passar pela rua da menina do vôlei. Hoje o amor vive-se em ondas, total wireless, sem cabo, conexão alguma (nem com a realidade).
Hoje não se respeita o vaticínio de Drummond sobre ser poeta e a difícil arte de escrever sobre o amor. Talvez venha daí essa profusão de duplas sertanejas universitárias e autores e perfis adocicados nas redes sociais. Desculpe-me, mas não suporto ler mais nada de Caio Fernando Abreu. O que ele escrevia sobre amor é uma afronta a Chico, Caetano, Vinícius e Tom. As canções da Paula Toller têm mais alma, experiência e peso que esse falecido (sim, Caio morreu há mais de cinco anos) ícone da poetosfera.
Antes que você me chame de ranzinza, mal amado ou frio (a quem quero enganar, você já está pensando tudo isso de mim) quero dizer umas últimas palavras. Você está apaixonado e quer viver este amor como se fosse o último? Vá lá, mergulhe e seja feliz durante o tempo em que conseguir prender a respiração. Mas não se esqueça de ser ridículo, de sofrer também da angústia de ter de voltar à tona e respirar. Como disse Cartola, o profeta do amor partido alto: Vai chorar, vai sofrer, isso acontece!
Termino deixando claro que amo os amantes, vibro e torço pelos amigos que amam. Mas amar não os torna poetas e especialistas no amor, assim como respirar não nos torna especialistas em pneumotórax e andar não nos dá gabarito pra prescrever como alcançar os altos cumes do Himalaia. Já disse Zeca Baleiro: As canções de amor se parecem porque não existe outro amor!

Depois de ler uma belíssima crônica, olha o que temos que ouvir hoje...

Gaby Amarantos

Ex Mai Love

Meu amor era verdadeiro,
teu era piratameu amor era ouroo teu não passava  de um pedaço de lata
Meu amor era rioo teu não formava uma fina cascataMeu amor era de raçao teu simplesmente um vira-lata
Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine,Ele nem vai valer 1,99Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine,Ele nem vai valer 1,99
Meu amor era verdadeiro,teu era piratameu amor era ouroo teu não passava de um pedaço de lata
Meu amor era rioo teu não formava uma fina cascataMeu amor era de raçao teu simplesmente um vira-lata
Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine,Ele nem vai valer 1,99Ex my love, ex my love, se botar teu amor na vitrine,Ele nem vai valer 1,99 


http://www.vagalume.com.br/gaby-amarantos/ex-mai-love.html#ixzz1wUaANU1S


Só para descontrair!!!


Tudo que você pensava que fosse amor. (by Mário A.Tavares)

O amor não ilumina o seu caminho. O nome disso é poste.
O amor é outra coisa.

O amor não é aquilo que supera barreiras.
O nome disso é gol de falta.

O amor não faz coisas que até Deus duvida.
O nome disso é Lady Gaga.

O amor não traça o seu destino.
O nome disso é GPS.

O amor não te dá forças para superar os obstáculos.
O nome disso é tração nas quatro rodas.

O amor não mostra o que realmente existe dentro de você.
O nome disso é endoscopia.

O amor não atrai os opostos.
O nome disse é imã.

O amor não é aquilo que dura para sempre.
Isso é a Hebe Camargo.

O amor não é aquilo que surge do nada e em pouco tempo está mandando em você.
Isso é Dilma Rousseff.

O amor não é aquilo que te deixa sem fôlego.
O nome disso é asma.

O amor não é aquilo que te faz perder o foco.
O nome disso é miopia.

O amor não é aquilo que te deixa maluco, te fazendo provar várias posições na cama.
Isso é insônia.

O amor não faz os feios ficarem pessoas maravilhosas.
O nome disso é dinheiro.

O amor não é o que o homem faz na cama e leva a mulher à loucura.
O nome disso é esquecer a toalha molhada.

O amor não é aquilo que toca as pessoas lá no fundo.
O nome disso é exame de próstata.

O amor não faz a gente enlouquecer, não faz a gente dizer coisas pra depois se arrepender:
O nome disso é vodka.

O amor não faz você passar horas conversando no telefone.
O nome disso é promoção da TIM/OI/VIVO/CLARO...

O amor não te dá água na boca.
O nome disso é bebedouro.

Amor não é aquilo que, quando chega, você reza para que nunca tenha fim.
Isso é férias.

O amor não é aquilo que te alegra mas depois te decepciona.
Isso é pote de sorvete.

O amor não é aquilo que entra na sua vida e muda tudo de lugar.
O nome disso é empregada nova.

O amor não é aquilo que gruda em você mas quando vai embora arranca lágrimas.
O nome disso é cera quente.